A Velhinha Erótica

Antes do post de hj, não resisti e tive que postar:

dado-dolabella-casando

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Meo Deooooos… A foto eu peguei do Kibeloco… HAHAHAHAHAHAHAHHA!

A Legenda que tava lá era: “Fala sério! Não tá com cara de quem depositou o milhão na poupança?”

A princípio, confesso, não entendi.

Podem me chamar de “loraburra”, o que for. Só não pode me chamar de ruiva.

Anyway. Depois de um árduo trabalho de Tico e Teco por uns cinqüenta minutos… Eis que começo a gargalhar do nada. HAHAHHAOAUHOUAHOHAUO!

Entendi!!! HAHAHOAUAHOHAUOHAUOHAHU!

Ai, ai… Muito boa, a foto e a legenda…

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Agora sim, o Post.

Uma coisa que esqueci de contar ontem.

Fiz aula de girocópt, ops, de hidroginástica ontem, de novo. Pq antes de ontem eu não nadei, lembram?, então eu entro numas de pagar com sofrimento e tal. Me redime. Tipo aquele lance de “Anjos e Demônios”, das auto-chibatadas. Só que eu não me auto-flagelo daquela maneira. Eu tenho maneiras mais originais de me auto-punir: comendo como louca e depois me pesando. E, a julgar pelo meu peso, minha auto-punição vai de bem a melhor. Hahaouhaouhha!

Então, esse lance de usar esporte pra se redimir é uma nova na minha vida. Pq eu nunca consegui fazer isso por mais de um dia, mas agora estou fechando o primeiro mês de natação, já! E só não fui DUAS vezes, e nas duas foi por motivo de força maior, que foi filha dodói. Um marco na minha vida, essa natação.

Mas então, voltando.

Bruno tirou meu coro naquela porra de hidroginástica. Nego pensa que é mole, mas vai afundar aquelas paradas de isopor, amigo! É IMPOSSÍVEL! E eu não tô falando de afundar um isopor de cerveja cheio de gelo na piscina pra lavar não, meu filho; tô falando de uns pesinhos leves como a Cinthya Howllet fora d´água e pesados como Karla Fabiana dentro d´água. Quase um parto mexer com aquilo.

Anyway.

Terminei a aula, só fomos duas velhinhas, um velhinho e eu – pq ontem tava chovendo horrores e só foi o pessoal mais radical, baby . As velhinhas e eu nos encaminhamos ao vestiário.

Vale dizer que nos dias ensolarados umas trinta velhinhas comparecem felizes. E que, depois do término, no vestiário, elas tiram os maiôs e viseiras e toucas e tal e ficam conversando peladas, entre toalhas, cremes e calçolas pra todos os lados, exibindo e comentando marcas de biquini, de cesárea, de cirurgias, assim, como se tivessem 15 anos. Se vestindo devagar, entre um papo e outro. Umas pedindo ajuda às outras, pq, vc sabe, a flexibilidade já não é mais a mesma depois dos 50…

Não me sinto muito confortável ali. Confesso. Ver tanta velhinha de topless soa pouco natural pra mim. E eu trato de escapar e esperar do lado de fora até que elas tenham saído.

Pois bem, mas ontem, como dia especial de chuva e com poucos alunos, eu pensei que estaria a salvo.

Entrei e uns minutinhos depois entrou uma das senhoras.

Ela deve ter seus sessenta e poucos. E não está NADA conservada, por assim dizer. Só pra vcs terem noção da situação.

Estava lá eu, pegando minhas coisas, quando me dei conta que não havia levado sutiã e calcinha. O dia estava bem frio, e eu me peguei comentando em voz alta:

“- Aaaaaaai, putz, não trouxe sutiã! E agora? Maiô molhado…”

E a velhinha do meu lado direito, prestando mó atenção.

“- … Mó frio… Só se eu tirar o maiô. Mas aí fica difícil, pq não trouxe sutiã… Ah, não, sem calcinha e de calça eu até iria, mas sem sutiã não rola.”

Eu juro, tava mais PENSANDO ALTO, mesmo.

Por isso levei um susto tão enorme (mas tão enorme, que deixei cair todo o conteúdo da minha mini necessaire: OBês e etc.) quando a velhinha me respondeu:

“- Ahhh, já eu, prefiro o contrário! Não uso sutiã quase nunca, mas sem calcinha não vivo!”

O_O

Como asseeeem?

“- Olha, saí de casa sem sutiã. Só trouxe esse pq aqui no vestiário eu fico sem graça na hora de me vestir, as meninas sempre me olham torto quando não visto sutiã.”

Gente, eu tremia igual vara verde. Pedi a todos os santos, inclusive o @santoEvandro, praquela mulher parar de falar naquele exato instante. Tava vendo a hora em que ela ia me contar sobre a vida sexual dela e do marido, e isso é algo pra que a gente não tá preparado, né? Haja visto:

e você vai entender que é algo que nossos cérebros jovens não estão preparados pra alcançar. Argh. Não, não.

Voltando pra historinha. Rezei bastante. Mas não foi suficiente. Deus deve ter colocado na chamada em espera, pq deu tempo de ela me mostrar os seios… “Olha, eu quase não tenho! Pra que sutiã?”. Meu Djízâs. Eu quase podia ouvir o “Fur Elise” tocando ao fundo.

Mas consegui escapar e nada mais que isso aconteceu.

A propósito, ela realmente tinha peito pequeno… Mas na idade dela, não importa se vc tem peito enorme, pequeno ou não tem peito; vc TEM que usar sutiã.

Saí do vestiário ligeiramente torpe. Alguma coisa como a imagem daquele sutiã da Madonna, de metal pontiagudo, vestido na velhinha rondava minha mente.

E fui dar um presente pro Bruno, que estava orientando uma aluna.

“- Bruno. Tenho um segredo pra te contar. Sabe aquela sua aluna moreninha, baixinha, que tava do meu lado ainda agora na hidroginástica? Hum?”

“- Sei. Que que tem?”

“- Ela não usa sutiã.”

HAHAHAHAHAHAHAAHHAAH

Presentaço, não?

Acabei com a paz de um homem por no mínimo uns 15 dias! Hahahahaha!

Se vcs vissem a cara do Bruno…

Eu sei que ele JAMAIS vai esquecer isso, enquanto viver, e enquanto der aulas pra essa senhora tão… Erótica.

* Anônimo, retirei, viu? Fez sentido seu comentário, eu nem me liguei: a parada era MUITO velha,  eram milhares de papéis de bala, visa electron e por aí vai…  De antes da gravidez, pra ser mais exata, que foi a última vez que usei a necessaire em questão. Até pq eu preciso de fôlego pra nadar, brother!

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15 Motivos para Toda Mulher ter um Melhor Amigo Gay

Uma das coisas mais divertidas que qualquer mulher pode fazer é ter uma amigo – de preferência, um melhor amigo – gay. Pode ser só “homo”, do tipo que só quebra o pescoço entre amigos; pode ser enrustido, do tipo que ainda não saiu do armário nem pra ele mesmo – mas todo mundo já percebeu; pode ser do tipo bicholeta-eta-eta, que é bicha, totalmente mona, nem aí pra nada; pode ser traveco; enfim, um amigo que goste de outros amigos.

Eu, como boa representante da espécie “mulher-extrovertida-loira-boca-suja” que sou, já tive amigos de todos os tipos citados acima. E um, em especial, meu melhor amigo, que é tudo acima ao mesmo tempo. Hahhahaha. Menos traveca. Quer dizer, entre 4 paredes, não sei. Mas fora, o Di faz o estilo gay executivo, adooooro.

E foi com ele que eu aprendi todas essas coisas abaixo, e foi morrendo de saudades e pensando desesperadamente nele que eu resolvi escrever um manualzeenho sobre o quanto ter um melhor amigo gay é vantajoso e maravilhoso para qualquer mulher que se preze!

1 – Já dizia minha vó: um amigo gay não vai dar em cima de vc. E vc não precisa ser uma mulher linda e maravilhosa pra sofrer com problemáticos amigos heterossexuais; basta que eles estejam carentes e vc de calcinha. Gays vêm automaticamente isentos deste problema. Desfile da calcinha, tome banho, mostre os peitos, se depile, faça O QUE QUISER, meu amor – ele não vai demonstrar NENHUMA reação fisiológica, se é que vc me entende. E o único feedback que ele pode demonstrar por te ver pelada é uma ligeira cara de repulsa e asco acompanhada de algum comentário do gênero: “Argh, como tem alguém no mundo que gosta dessa… Dessa… Lasanha viva???”, se referindo a sua genitália. É a paz no mundo.

2 – Ele também não vai dar em cima do seu namorado. Bem, pode ser até que dê, pq amigos gays têm um certo instinto protetor quanto às melhores amigas, e costumam, SIM, testar os namoradeenhos das protegidas… Mas isso não será um problema se o cara for hetero mesmo. O cara vai te contar. E o amigo tb. “Ele deu em cima de mim!”, “Eu dei em cima dele, ele não reagiu. Aprovado.” Se só o amigo contar e o cara não disser nada… Sai fora que essa faca corta pros dois lados. E o amigo vai contar assim: “Amor… Sai fora desse cara, vai. Ele não é pra vc. Furada na certa. E põe furo nisso.”

3 – Amigas bibas estão para nós, mulheres, assim como melhores amigos héteros, homens, estão um pro outro. Eles vão a jogos de futebol; nós e as bibas vamos a salões de beleza. Eles dão notas para mulheres gostosas que passam na rua; nós e as bibas damos notas para homens que passam em qualquer lugar. Eles falam de carros e fórmula 1, nós falamos de cabelo, maquiagem, Alinne Moraes, Bruno Gagliasso…

4 – Amigos gays são as únicAs amigAs que vão ouvir Michael Bublé com você, tomando Champagne e comendo morangos, rodopiando pela casa e NUNCA, mas NUNQUINHA, vão te chamar de brega por isso. Amigos héteros, namorados e maridos, nunca farão uma coisa dessas. Amigas mulheres dificilmente farão e, se fizerem, vai ser de má vontade.

5 – Nenhuma outra classe de amigo é capaz de combinar com você um personagem pra sair. “Hoje eu sou Rory Gilmore e vc é a Beyoncé, tá?”

6 – Só amigas bibas sabem de cór e salteado falas de seriados de TV.

7 – Amigas bibas não só te ligam pra avisar de promoções como, na sua impossibilidade de comparecer, se metem em plena Arezzo pra disputar a tapa com uma loira aguada a ultima sandália caramelo que vc tanto queria e que está com 70% de desconto…e te dão de presente!

8 – Não adianta: só gays sabem apreciar um bom jogo de xícaras ou canequinhas fashion e servir um maravilhoso café com um toque de amêndoas torradas em plena segunda ás 18h30 da tarde, só pra vocês dois se sentirem chiques em casa.

9 – Com quem mais seria possível tomar drinques como Alexander se até as amigas mulheres acham que isso é coisa de bicha?

10 – Com eles você pode brincar de cena de filme. Coisa que vc tenta fazer desde os onze anos com suas amigas, mas elas não curtem mais…

11 – Se você estiver gorda, eles vão dizer. Se a roupa não estiver combinando, eles vão dizer. Se o cabelo estiver feio, eles vão dizer. Acontece que se as respostas pra todas essas coisas forem “SIM, você está gorda, com a roupa feia e o cabelo horrível”, eles SABEM o que fazer. Leia-se: sabem que roupas vão te deixar mais magra e ressaltar os peitos da melhor maneira e sabem arrumar cabelo como ninguém.

12 – N-I-N-G-U-É-M é melhor pareceiro no UNIVERSO pra brincar de Mímica que um amigo bicha. Ninguém. O nome do filme pode ser “Hellraiser, Renascido do Inferno”, que ele VAI te passar de alguma maneira. E com um toque teatral que nem Ney Matogrosso é capaz de dar!

13 – Você só poderá cantar e dançar Britney Spears em frente ao espelho se for com um amigo bicha.

14 – Amigos gays acham o máximo ir pra cozinha com vc fazer uma receita complicadérrima de salada de endívias selvagens com rúcula do agreste, tomate cereja e queijo de cabra velha acompanhada de um arroz arbóreo ao molho de funghi tunghi minghi e carne de égua do deserto grelhada com paetês e alcaparras, e de sobremesa tiramissu de café javanês e chocolate belga… passar um dia inteiro na cozinha pra fazer isso, colocar uma mesa MARAVILHOSA com a baixela de prata e a louça da Lituânia… Só pra colocar a primeira garfada da salada na boca e praticamente vomitar no prato, deixar tudo de lado e ir pro sofá da sala comer o tiramissu direto da travessa vendo Friends. NÃO TEM PREÇO.

15 – E, pra terminar: só um amigo gay, e NINGUÉM mais no mundo, consegue te fazer rir como uma hiena em situações SURREAIS como, sei lá, TPM + término de namoro + demissão do emprego + oito kg a mais + morte de parente. JURO.

Aaaaaaaai, Diego Bacellaaaaaaar! Que saudaaaaaaaaaaaaade!!!!

Pensamentos Noturnos

AHahoauhaouah! Vão achar que se trata de sexo.

Que nada.

Dormindo desde as oito, deu duas e acordei… Vai sair algo que preste? C acha, honey?

“Tá. Quando der duas e meia eu durmo.”

“Fome da poooorra! #fatpridefeelings”

(ao abrir a geladeira pra comer alguma coisa)

“Caralho, tenho que tirar esse feijão daí. Ele está criando raízes.”

“Duzentos gramas de queijo branco são absolutamente diferentes de duzentos gramas de queijo prato fatiado. O branco rende MUITO menos.”

(lembrando de uma panela de pressão fechada com um estrogonofe que fiz há uns VINTE DIAS, que não tive coragem de abrir pra lavar e escondi lá no banheiro de empregada)

“Puta merda! A panela… Ela, sim, deve ter criado raízes e estar enorme e frondosa como um bouganville”

“Ish! Duas e meia! Tá. Qdo der tês em ponto eu durmo.”

“Bouganville é bem nominho de condomínio em Pendotiba, Itaipu… Ou de prédio novo no Jardim Icaraí.”

“Ih. @leojaime vai “jantar”

“Ish! Três e onze! Quando der três e meia eu durmo.”

“Que será que aconteceu com aquelas lésbicas do T.A.T.U.?”

“Ih! Três e meia! Vou. Pq às quatro Isabela acorda.”

Um Breve Conto de Auto Destruição

Olá, meu povo! Feriadão acabando e eu voltado pra cá.

Fim de semana de sol, na humilde opinião da que vos escreve, é pra ser CURTIDOOOOO muito, na real life, sabem? Hahahahaouauha!

Então, estou vendo que um monte de gente tá vindo pra cá direto do Twitter. E, decididamente, preciso comentar um ocorrido twittístico que não deve ter passado em branco pra maioria de vocês, já que duas ou três pessoas me perguntaram o que aconteceu.

Então eu vou contar aqui. Lá vai.

No último post, sobre os bairros paulistanos, um recado foi deixado em nome de FULANA, direcionado a uma figura auto-denominada Crovis Limone, que postou um comentário sobre o texto.

O comentário do limão foi o seguinte:

“ahahahahah, você VIAJOU bonito haahahahahah
Esqueceu de mencionar Santo Amaro, que antes colonizado por alemães, virou reduto de nordestinos. Pior ainda é o LARGO 13 DE MAIO, com jabás pendurados nas portas repletos de moscas de varejeira, paraíbas mijando na rua a céu aberto e camelôs. O Largo 13 de maio, seguindo a sua analogia, seria um bairro de ” libertação” por homenagear a data da abolição da escravatura. O que vemos ali é uma ABOLIÇÃO sim, mas de higiene.
Fora isso tem o LARGO DA BATATA em Pinheiros, semelhante ao LARGO 13, mas que vende Backed Potatoes com carne seca, farinha e jerimum.
Há um engano: São Paulo não foi engolido pelos italianos mijões e sim os italianos mijões que foram engolidos pelos nordestinos invasores ahahahahahah

Beijos”

E o comentário da Fulana:

“crovislimone,

Eu realmente gostaria saber o que o povo do sul e sudeste tem contra os nordestinos… Eles são tão brasileiros e gente quanto o retso do país. Normalmente encontro nordestinos mais inteligentes e muito bem colocados para criticar paulista ou cariocas que o contrário…

Saber tirar sarro de paulistas, cariocas ou gaúchos também exige inteligência!
Isso sim é engraçado, esse carioca é dez!!!

http://www.youtube.com/watch?v=K_Iv_u9-lPo&feature=related

(início no minuto 3:38)”

Diante do comentário da Fulana – por sinal, se quiser se manifestar, será boníssimamente recebida; NESTE blog, contanto que seja mantido o nível de educação que é cabível para um bom relacionamento virtual, toda polêmica cabível é vista como SAUDÁVEL -, e crendo que se tratava de “um sarro saudável” por parte do carinha que escreveu o primeiro comentário (forçando a barra e fazendo vista grossa, eu sei; querendo ver o melhor da pessoa – que não existia, no caso), fui eu lá, serelepe e saltitante, pelo twitter, avisar pra ele que tinha recado aqui.

“@carolkalil pOR FALLLLLARRR… Senhor @crovislimone… Um comentário destinado ao senhor no meu bRRRRog,senhor! E muito coerente! #chupaessamanga!”

E qual não foi meu susto ao ler a resposta:

crovislimone@carolkalil Nem vou me dar ao trabalho de responder. Eles estragaram São Paulo e ponto final. Fui12:24 AM Sep 6th from web in reply to carolkalil

Sabe quando o seu queixo vai no chão? Pois é, o meu foi.

Preconceito existe, e todo mundo tem um pouco de idéia PRÉ-CONCEBIDA sobre muitas coisas, querendo ou não – você, eu, o cara da banca de jornal, o Luciano Juck, a Angelina Jolie… Mas um preconceito acirrado e definitivo como essa afirmação, realmente, eu, Carolina, não estou acostumada a ver.

Você afirmar uma coisa dessas: “Eles (os nordestinos) estragaram São Paulo e ponto final” em PLENO TWITTER é uma coisa incrivelmente macabra, a meu ver. É uma coisa burra, sem-noção e, especialmente, é uma estupidez do cacete pra quem deseja ser um personagem crítico na internet.

Não que eu seja adepta de preconceitos velados ou alguma coisa parecida, longe disso, mas eu admito que existem, sim, esteriótipos, e que às vezes é complicado lidar com eles.

Vou falar de exemplos que me cabem, porque, no fim das contas, só posso falar de mim.

Não é preciso me conhecer há anos e pessoalmente, não é preciso me conhecer há mais de três minutos, para, tendo você lido algum texto meu, saber que eu faço piadas, brinco e “zôo” com as coisas. Não tem nenhum mistério e não é necessário ser um grande Ás da inteligência mundial para entender, por exemplo, que o texto dos paulistas é uma grandessíssima piada. Vide a quantidade de acessos e comentários DE PAULISTAS  que eu recebi devido ao texto.

Usei, para o texto, o esteriótipo do paulista que nos vêm a cabeça qdo pensamos em São Paulo. Assim como usei, na descrição no texto e na resposta ao senhor coisinha nos comentários, o esteriótipo do Rio, que é uma bossa-nova-Tony-Ramos-bala-perdida. E usei tb o jabá com gerimun (j?), que é esteriótipo nordestino.

Mas eu acho totalmente diferente vc brincar com as idéias pré-concebidas e escrotas que circulam por aí e vc AFIRMAR, com todas as letras, que é preconceituoso e ponto final. E se achar com a razão! Hahahauohaoha!

Pra dar um desfecho mais rápido, explicar e me mandar, que tenho reunião hj, aí vão as respostas:

crovislimone@carolkalil Não gosto de pessoas que se fazem de vítima o tempo todo. Estou de saco cheio de hipocrisia.

crovislimone@carolkalil Se é preconceito ou não vai da interpretação de cada um. Sou paulista, branco e também sofro centenas de preconceitos diários

crovislimone@carolkalil Nem por isso vou ficar aí me fazendo de coitado.

crovislimone@carolkalil Os caras ve de lá, tentam levar vantagem em cima da gente e ainda somos nós os preconceituosos? ahahahahahahahahha

crovislimone@carolkalil Me chamam de paulista branquelo, italiano mijão e sou eu o preconceitoso? vão pra puta que pariu e divirtam-se. Bjs”

~carolkalil @crovislimone – Eu não vou te responder. 1° pq, quer discutir, discute com a Fulana lá nos comentários… Deixo o blog aberto pra isso.

carolkalil 2° pq eu não chamei ninguém de “branquelo” e vc tá viajando… e provavelmente sabe disso. @crovislimone

arolkalil 3° pq fiz piada com italiano mijão, q vc tirou totalmente do contexto e lascou um #carapuçaservindofeelings, parece; @crovislimone

carolkalil assim como fiz piada com portugueses tarados que colonizaram o Rio e ñ o fiz de maneira pejorativa. Vc sabe. @crovislimone

carolkalil Agora, a SUA cabeça e os seus preconceitos são SEUS, não meus e nem de ninguém. Mas toma cuidado com o teu discurso, @crovislimone

carolkalil pq ele tá extremamente arrogante e pejorativo. E ignorante. But than again, that´s your problem. @crovislimone

… E o resto das respostas dele, que não vou colar aqui pq não foram endereçadas a mim, já tendo o lindão me excluído e tal, e estão sem @carolkalil, mas qualquer um que entre no perfil poderá deliciar-se lendo o barraquinho.


Mas pisou num buraco sem fundo, cara. Precisa URGENTEMENTE de um tutorialzinho simples, pra fraca compreensão de texto não atrapalhar, explicando alguns tópicos básicos de boa-educação e comportamento no referente a internet – e especialmente quando se vive na tentativa eterna e frustrada de fazer um personagem crescer. Perdeu todos os seguidores que possam ter algum vínculo com nordestinos do nada, por conta dessa estupidez.

Isso pra não entrar no mérito da ignorância absurda das informações e do preconceito em si, né…

Mas tenho que dizer, as respostas são como música pros meus ouvidos. São totalmente sem noção, mostram que ele tem um SÉRIO problema de interpretação de texto, já que confundiu uma porrada de informações e pedaços da crônica e montou de novo com um toque claramente perturbado e paranóico e, entre outras coisas, me chamam de “maloqueira”. Hauhuahuoauoauo! Acho lindo isso, porque sempre que uma pessoa não tem capacidade de dialogar utilizando a retórica de maneira eficaz, ela cai assim, pra um palavreado e uma discussão tão ridícula… O equivalente “adulto” ao “lalalá-não-tô-te-ouvindo” das crianças. E um TAHNK GOD enorme ao comentário da Fulana, pq sem ele o dito-cujo estaria perfeitamente camuflado e quietinho no meu Twitter.

E aí, qdo descobrisse que sou filha de CEARENSE filha de LIBANESES com GAÚCHO filho de ARGENTINO  e BRASILEIRO de Jacarepaguá genuíno, haouaouauohao, mulher de CHILENO e por aí vai, ia acontecer uma explosão em São Paulo – combustão espontânea dele mesmo, causada pelo próprio ódio.

Hahahaohuouaouoauoa!


Pois bem, foi isso que aconteceu, gente!

Beijos, povo!


Quem Batizou os Bairros Paulistanos? Paulistas? Whatever.

Eu estive em SP umas seis vezes na vida. Não, minto, oito. Enfim. Não tenho a menor noção espacial (o que não é exclusividade de SP, eu não tenho noção espacial nem do meu próprio apartamento), não sei onde ficam as coisas, não sei as distâncias, não sei nada. Só sei que tudo é muito longe, demora MUITO pra chegar, e os paulistanos não tão nem aí, consideram pertinho um, sei lá, shopping a uma hora e meia de casa. Puta que la benga. Minhas amigas de SP inventaram de se encontrar num tal shopping e minha anfitriã-xará me solta: “É bem ali, é só descer a Paulista”.

Acontece que a Paulista não terminava nunca.

E carioca começa a se coçar, né.

“-  A gente vai descer a Paulista até o inferno???”

Na volta, engarrafamentinho de umas duas horas, FORA O PERCURSO, mas tudo beleza, tranquiléte… Da próxima vez eu sei que não devo esperar pra fazer xixi em casa.

Anyway. A outra coisa que eu sei sobre São Paulo é que os nomes de bairros são uma interrogação enorme nesta cabeça que voz escreve.

E foi naquele dia, voltando daquele shopps, com Bianca Paradela e Carol Lages, que eu comecei a desenvolver o pensamento sobre o qual escreverei hj.

Como boa carioca (moradora de Niterói; não liguem se eu misturar Icaraí com Ipanema como se fossem a três metros um do outro), estou acostumada a uns nomes indígenas da melhor qualidade. COPACABANA. IPANEMA. ICARAÍ. ITACOATIARA. PENDOTIBA. PIRATININGA. GUA-NA-BA-RA. PAQUETÁ. Algumas palavrinhas francesas emboladas, imagino, tipo LEBLON; alguns nomes de santo, SANTA ROSA, SANTA TERESA; alguns substantivos adjetivados, RIO COMPRIDO, PEDRA BONITA, RIO BONITO… E já estou saindo do eixo Grande-Rio, paremos por aqui.

Eu não sei, eu cresci aqui neste estado, mas acho os nomes dos bairros cariocas a coisa mais linda do mundo. Tirando alguns nomes angrenses, que pecam pelo excesso, como JACUECANGA, que algum desinformado pode facilmente achar que é o nome de uma cidade cenográfica global – hoje em dia pode ser da Record, tb – ao lado de Tubiacanga. Mas,voltando aos nomes, são lindos. Copacabana. Acho Copacabana o ó do mundo, mas o nome.. Ah, o nome… Não poderia ser nome de outra coisa senão de uma praia, certo?

Imagino que, na cabeça de quem não conheça o Rio, esta cidade seja um calçadão eterno, com todos os bairros dispostos em seqüência, numa bossa-nova suave, com o Toni Ramos passando por ali peludão, cheio de protetor solar, parecendo uma esponja ensaboada; a Carolina Dieckmann correndo em direção a você com os cabelos louros-raízes-escuras esvoaçantes e aquele eterno sorriso edwirgiano nos lábios; Tico Santa-Cruz sentado no Arpoador tocando um violão com o Marcelo D2, Falcão e o Paulinho Vilhena de Robert, todos fumando maconha, só chegar e pedir um dois; Dado Dolabella espancando a camareira da Luana em alguma banca de jornal cercana; Luana, por sua vez, discutindo com Caetano e gritando “SEU BANANA DE PIJAMA!”; todos os demais artistas globais passeando por ali, com sacolas de compras, marcas de biquini, barriga de tanquinho – menos o Leo Jaime, a dele é, segundo o próprio, barriga de lavadora de 11kg -, e uma redoma invisível de vidro ao redor de cada um, pra evitar as balas perdidas, que fazem uma teia semelhante aqueles circuitos de alarme que a gente vê nos filmes, vários feixes de luz vermelha emaranhados… Só que aqui, são balas. De Fuzil.

Pois é.

Num contraste absoluto a este cenário tomjobiniano, está a São Paulo que eu imagino.

O ponto de partida é o terminal do Tietê. Que, na minha cabeça, é ao lado de Congonhas, e só não foi atingido pelo avião da Tam por obra e graça do divino Espírito Santo. Saindo dele, na SP da minha cabeça, vc vê uma rua enorme e zilhões de prédios, tudo meio cinza. Essa rua, do lado do Terminal do Tietê, só poderia ser a Marginal, e tem um rio enorme e imundo dentro dela, com várias paradas em diques de concreto, onde cantores de rap se enfiam e exploram, pra sair no mundo subterrâneo e fazer pixações e letras e, em total inclusão social com os mendigos e fumadores de crack que moram lá, fazer churrasco de rato. No melhor estilo Tartarugas Ninja. O Mestre Splinter no espeto.

Em algum ponto, começam os bairros. E começa, na cidade 3D que minha mente montou, pela Liberdade. Não é um bairro chinês? Japonês, sei lá, não é asiático? Então, começa dentro do Tietê, com uns olhinhos-puxados em jangadas, empurrando com um bambu grande pra lá e pra cá, com aquelas blusas de gola em pé e queles chapéus de palha meio cônicos, bem baixinhos… Acho que estou imaginando o Vietnã, mas blz.

Em seguida, o Bexiga. Pq tem um cheiro fortíssimo de urina. Então tem que ser perto do Tietê.

O Bexiga, na minha cabeça (eu tenho que ficar batendo nessa tecla, pra entenderem que esta é minha imaginação, e eu SEI que não é a realidade, tá?), é um bairro horrorooouso, tipo a Lapa carioca, cheio de construções antigas, céu cinza, mijo e restaurantes italianos nojentos onde todos cantam Fígaro e sopram bolas de encher.

Em seguida, vem o Itaim Bibi. Que, pra mim, é um bairro onde só existem lojas de sapatos infantis.

O Itaim Bibi é seguido pela Vila Mascote, que, como o nome diz, só tem Pet-Shops, e onde um sistema de rádio interno toca incessantemente Pet-Shop-Boys. E, por ser o lugar em que minha amiga Roberta Luz mora, meus neurônios posicionaram imediatamente a Estação da Luz, do Metro, na seqüência. Supondo que Luz é um bairro, nele existe um Poupatempo e oito padarias, e lá é sempre escuro (só estive lá uma vez, às 4 da manhã, pra tirar carteira de identidade no PoUpatempo, HAOUAUOAUUHA!).

Depois da Luz vem a Sé, que é um lugar onde o Sampa Crew fica ensaiando o dia todo, onde existe uma peixaria enorme, não me pergunte o motivo, e muitas crianças de rua.”Salve crianças da Praça da Sé”.

Depois da Sé, o Butantã, cheio de cobras por todos os lados, tipo “O Dia Depois de Amanhã”, que não tinha cobras, mas um monte de bichos em NY; assim eu vejo o Butantã, várias cobras soltas pela selva de pedras. Ah, e tb vários butijões de gás espalhados pela rua.

Depois vem a Vila Curuçá, que é cheia de índios, que caçam as cobras que fogem do Butantã.

Depois vem o Ibirapuera, que é cheio de ocas, índios, e paulistas engravatados andando de bicicletas entre enormes estátuas e chafarizes num gramado perfeitamente verde. Engraçado é que eu tb vejo mulheres grávida caminhando, e crianças… mas todos de gravata.

Aí, em seguida, vem Pirituba, que é entre Peruíbe e Ubatuba, ou seja, é uma praia enourrrrrrme, no meio da cidade. Cheia de manos. E minas. E cobras e gravatas.

Depois começa a parte comestível.

Vem a Mooca, que é um lugar onde vc é recebido por um outdoor enorme com uma vaca malhada ilustrada dizendo “Sorria! Você está na Moooooooca!”; e onde existem enormes fábricas de leite condensado. E várias cafeterias vendendo mocaccino. É tipo uma Fantástica Fábrica de Chocolate. Só que é a Mooca.

E em seguida vem o Tremembé, que tem enormes fábricas de biscoitos doces, de leite em pó e de pé-de-moleque. Não, não sei o motivo. Só sei que os biscoitos são vendidos nos cafés da Mooca.E aquele biscoito de leite do pacote amarelo vem de lá.

Depis, lá longe, vem Aricanduva, que é um lugar com um presídio e vários formigueiros gigantes; depois a Freguesia do Ó, ó que é longe pra caralho, cheia de italianos por todos os lados, pizzas e macarrões pendurados nos fios dos postes; Ermelino Matarazzo, um bairro chique, onde as dondocas fizeram uma praia artificial pra parecer com Ipanema e colocam bossa nova pra tocar o tempo todo, e fazem festas regadas a Champagne e cocaína o tempo todo, dia e noite, e é onde fica a Daslu, by the way; Santana, que é uma praça enorme onde vários guitarristas ficam fazendo solos o dia inteiro, com um prédio gigante com uma fachada inteira em que um amplificador enorme foi desenhado; Pinheiros, um bairro natalino e cheio de pisca-piscas; Vila Prudente, em que um posto de saúde enorme distribui toneladas de camisinhas pro bairro vizinho, PERUS; depois vem a Penha, que é, na verdade, uma grande agência de trabalho com zilhares de empregadas domésticas esperando vaga e, por fim, lá longe, onde a vista não alcança, Jabaquara.

Jabaquara é longe pra cacete, mas é vista de qualquer ponto de SP.

E ainda tem vários que eu não lembrei.

Gente, quem batizou os bairros aí?

Isso tudo só me faz chegar a uma conclusão: SP não tinha nenhum índio. Os italianos mijões mataram todos. Os poucos índios que sobraram, foram morar em Jabaquara e na Vila Curuçá, fazem cobra e jabá com gerimum todo dia.

Brother, minha cabeça funciona tipo The Sims, cês perceberam? HAUHAUHAUHAUOUHA!

Desde pequena eu tenho essa coisa de associar nomes a imagens.

Depois conto mais.

Bjosfui!

Colherada Cultural – Eu Indico!

Não que eu ache que minha indicação valha alguma coisa a mais do que a dos outros, mas blz. Hahahahoua!

É que eu, como mulher, jornalista, e como pessoa que tem pouquíssimo tempo ou saco – porque às vezes não é nem questão de tempo em si, mas de cansaço, falta de paciência pra abrir um grande site e ficar filtrando as informações que me interessam – acho que faltava mesmo um site assim: rápido, interessante, simples e DELICIOSO de ver!

Adorei. Meus parabéns a Sarah & Companhia!

http://www.colheradacultural.com.br

Os Classe-Média

Classe média. Dizem que o governo Lula acabou com a classe média, mas eu discordo veementemente. Acabou porra nenhuma; ele pode ter empobrecido a classe média, ele pode ter dificultado a vida da classe média, mas acabar, não. Muito pelo contrário.

A classe média, que antes tinha como “meta” subir pra classe A, agora, já que tem que pagar tanto empréstimo que não dá pra subir pra lugar nenhum que não seja sala de gerente de banco pra renegociar dívida, se conformou com o lugar que ocupa e está mais média que nunca.

Média. Medíocre. No meio. Mediana.

Totalmente diferente da classe pobre, que consome e, mais importante, ASPIRA a coisas de classe baixa – fazendo aqui um adendo: a nomeclatura carolkaliliana divide as classes em rica (alta), média, e pobre (baixa) sem a menor preocupação de quantos salários cada classe ganha, e os motivos você verá mais adiante.

É que os economistas não sabem, mas pertencer a (à?) essa ou àquela classe é uma coisa que pouco tem a ver com a conta bancária; é uma coisa de alma.

O pobre que é pobre de aaaaalma, tem aquela pobreza incrustaaaada no fundo do meio do olho do âmago, e não tem dinheiro que encubra isso. Enquanto ganha salário mínimo, compra parcelado nas Casas Bahia aqueles armários de compensado Itapoã imitando marfim, ou então aquele Bartira mogno vermelho; e o MELHOR celular do momento. Daí, suponha que ele seja promovido pra um cargo de chefia, ou melhor, suponha que ele ganhe na megasena; o que que o pobre de alma faz? Ahn? Vai procurar alguma coisa com design exclusivo? Madeira maciça? Que nada, ele somente muda de um simples compensado “agromerado”… pra MDF … ou então para MÓVEIS TUBULARES, aquelas camas leeendas de ferro esmaltado, vinho com dourado… preto com dourado… branco com dourado… pq a verdade é que pobre lasca dourado em qualquer lugar.

Quando era pobre, comprava roupa nos mercadões da vida, imitação de Nike, Puma, Asics, qualquer marca que tenha um logo enormemente estampado bem às vistas. Quando mto, lojas de departamento, mas sempre fazendo questão do detalhe da marca berrante.

A gente vê que essas lojas grandes de departamento, por exemplo, têm a manhã de conquistar o pobre. Os preços delas são caros pros bolsos mais humildes, mas elas possuem a vantagem do “parcelamento-em-oito-vezes-fixas-com-a-primeira-só-pra-agosto”. E isso é um apelo pro pobre.

Só que o pobre, coitado, entraria e olharia, olharia… E não encontraria nada que lhe agradasse, se não fossseeeeeee… A LINHA RENNER/LEADER/C&A PARA POBRES.

É a camisa social com um drgão tribal enorme silkado em branco.

É a camiseta perfeitamente lisa e discreta, não fosse um numerozinho, tipo “89” (não me perguntem o motivo, não sei coeh a onda de estampar números aleatórios em roupas) estampado EM VELUDO no peito.

É o top com zilhões de pedrinhas de strass, onde se le “EU SOU SEXY”, “SEXY PRINCESS”, “VERY SEXY”, ou mesmo “THE BOOK IS ON THE SEXY TABLE”, que não faz o menor sentido, mas também não faz a menor diferença pra quem não fala inglês.

É a calça de brim/moletom strech de cintura ultra baixa com cinco mil e oitocentos pedregulhos de strass na bunda, nas pernas, na barra…

E não importa o quanto ganhe nem onde compra: é sempre o que ele vai levar. Essas peças. Esse é o pobre de alma.

Da mesma forma, o rico de alma também tem seus vícios. Se tiver R$ 50 pra fazer uma compra da semana pra família inteira – suponhemos que quebrou a bolsa de NY -, esta compra será:

Macarrão “de grife” internacional, a uns 10 reais o pacote;

– Molho de tomate UNCLE BENS ou equivalentes internacionais, a 6 reais o vidrinho;

– Um pedaço de parmesão para ralar, a 40 reais o kg;

– Pacotinho de Kani

– Coca Zero

– Pedacinho de Gorgonzola

Pão oitenta grãos + linhaça + passas + aveia + quinoa da marca mais cara, a uns 7 reais o pct de meio kg.

E por aí vai.

Levar Pomarola + queijo ralado de pacotinho + macarrão Di Renata? No way, babe.

E vc pode ver, nada tem a ver com o salário em si, mas com o espírito da pessoa. É coisa de alma MESMOOO. O rico de alma simplesmente GOSTA de coisas assim. Muito de vez em quando, numa viagem ou numa emergência, acaba experimentando umas coisinhas mais baratas e depois sai dizendo pros amigos MARAVILHADO sobre a super dica que ele encontrou: “Nossa, vc já comeu mortadela?? É sensacional!”, tipo Tranchesis da vida.

E daí tem OS CLASSE MÉDIA. E o texto todo foi, na verdade, só pra falar dessa classe social, a que EU pertenço mais do que financeiramente; a que eu pertenço de aaaaaalma.

Eu sou tão classe média, mas tão classe média, que eu compro sempre os produtos DO MEIO. Nem o mais caro, nem o mais barato. Seeeempre os do meio.

Nem filet mignon e nem acém, chã.

Nem macarrão importado e nem o mais vagabal, fico com o “estilo caseiro” de uns 4 reais; faz muito bem o papel.

Nem Becel e nem aquelas margarinas que nunca ouvi falar, tipo “Mila”; eu fico com a Qually.

Sou tão classe média que meus sonhos de consumo para casa estão todos na Tok & Stock. Hauohauouoauha! Nem Casas Bahia e nem peças assinadas por alguma bicha internacionalmente famosa. Tok & Stock é só o que eu preciso.

Sou tão classe média que ODEIO caviar! Hahahauahuaho! Detessssssto Prosecco! Hauohauhauouoa! Se bem que essa coisa de Prosecco (Prossecco?) já virou lugar comum de pobre… Eu fico com champagne doce e camarão, se for pra “ser chique”… hahahahaouahuoa!

Tão classe média que pinto cabelo em casa – mas com a tinta mais cara. Haohaouhauouaoho!

Os classe-média têm discernimento o suficiente pra NUNCA comprar OOOOO melhor celular (salvo quem trabalhe com algo que precise de determinados recursos), pq sabem que OOOOOO melhor celular daqui a dois meses vai estar uns 600 reais mais barato e não vai ser mais OOOOO melhor celular; então está sempre com um mediano. Classe média.

Classe-médias nunca têm medo de experimentar marcas novas – mas têm um certo receio quanto às MAAAAIS baratas. Por exemplo, leite. Classe-media não toma mais só Parmalat ou só Leite Moça faz teeeempo. Mas tb não compramos um leite chamado, sei lá, “Sarita”. Na dúvida, a gente leva Elegê, GLória… Itambé… haohaouauohuahuahuo!

E tantos exemplos que agora eu não lembro. Huhuhu.

E viva os Classe-Média!

Da série “Conselhos Sobre Coisas que Acontecem”

E não tem muito como escapar. Então, aqui vai um pequeno manual pra você aprender a lidar com essas coisas pós modernas que acontecem com todo mundo: você, eu, a Cláudia Leitte…

1 – Vc foi pra um mega evento e a pilha da câmera fotográfica acabou logo na primeira foto. Mas você não se preocupa tanto pq todos os amigos estão com máquinas tb. E vc sai em várias fotos. Váaaarias. Vc verifica, nas máquinas, após cada clique, e constata que algumas ficaram bem legais.

Mas qual não é a surpresa qdo, ao abrir o Orkut no dia seguinte, você vê que logo aquela exata foto em que você saiu lindo como um golfinho asmático fazendo hang-loose foi tb a ÚNICA que sua amiga, dona da máquina, resolveu postar no álbum aberto dela? EHBATATA. E pode ver, a foto tá com 18 comentários do tipo “fulana (dona da máquina), c tá linda!”

Sua amiga, por ser “a dona da bola” – tal e qual aquele mini-ditador (todo mundo teve um amigo assim na infância) que encerrava o jogo quando bem queria, simplesmente pq a bola era dele -, pôde decidir, assim, brincando de Deus, qual foto ia pra berlinda.E geralmente, nesse momento, a foto escolhida é uma em que ela saiu ótima e vc, um cocô. Muito lógico.

Ou então a outra variável do ocorrido.

Que é quando vc saiu bem na foto, a amiga ( ou o amigo) nem tanto, mas, como era a única imagem em que o Bono Vox, a Ivete ou mesmo o Praga saiu junto de vcs, tinha que ser essa, mesmo, no maior estilo “não-tem-tu-vai-tu-mesmo”. A indivídua dona do cartão de memória, pra melhorar o próprio lado, lasca um contraste e um brilho no Photoshop de maneira que suavize (suavise??) a proeminência nasal avantajada dela e dê uma chapada nas espinhas, sem ligar pro fato de que você, com aquele brilho todo, SOME.

Não, não tô falando que você é ofuscada pela beleza da sujeita, não, tô falando que você SOME, mesmo: você é tão branca que todos os seus traços desaparecem, sobrando um ser de luz muito semelhante a um ET do filme Cocoon. Só falta voar.

Ou então você é muito morena e o contraste junto com o brilho te dão cor e textura de Cream-Cracker com hepatite, enquanto a dona da foto está lá, linda e esvoaçante com a Galadriel.

E milhões de outras variáveis deste mesmo problema: a foto de vc com uma verdadeira pochete adiposa na cintura e a indivídua se espremendo toda e magérrima como uma tábua; foto sua com um olho fechado e boca abrindo pra falar, e indivídua posando linda…

Isso acontece por causa de uma velha máxima da comunicação social:

“QUEM DETÉM A INFORMAÇÃO, DETÉM O PODER”

Como você não tinha máquina e a outra pessoa sim, vc não tem nada contra, nenhum trunfo na manga e se fode. Só pode aceitar calado. Pode até pedir que te enviem as outras fotos, mas invariavelmente em todas você vai estar com o tal aspecto de Cream-Cracker com hepatite, pq já foram devidamente filtradas e adaptadas ao tom de pele do manda-chuva.

Portanto, o conselho que eu tenho pra te dar é: TIRE FOTOS. Sempre. Se acabou a pilha da máquina, TIRA COM O CELULAR, meu filho! Tira com o celular dos outros, tira com o cu, whatever – vc PRECISA de uma prova pra chantagear! Porque aí, quando aparecer a tal fotinha ilustrando o Orkut da querida, vc mete tb a sua fotinha de celular, sem nenhum caprichoe totalmente adaptada pra vc!

A pessoa, desesperada, vai pedir pra tirar. E vc,radiante, vai poder dizer: “Tiro essa se vc tirar a que tá no seu álbum”. E as duas vão tirar e viver felizes prasempre… Sem nenhum registro da noite fatídica, como se ela jamais tivesse acontecido.

Agora, a única saída, única MESMOOO, se a coisa já aconteceu e vc NÃO TEM o que fazer… É um semi-golpe baixo.

Entre no álbum, se veja e comente uma das variáveis abaixo:

“Meu Deus! Q q aconteceu com a foto? Cheia de efeitos! hahahaha”

“Ai, cara, ficou lindo o seu nariz! Vc usou pincel de clonagem ou aquele band-aidinho do Photoshop? Me ensina?”

“Nossa! Adorei o filtro amarelo que vc usou! Sumiram todas as suas espinhas!”

“Cara, vc AHASOU no PhSh! Só conserta ali que ficou um esfumaçadinho aparecendo na banhinha embaixo do seu braço esquerdo!”

E por aí vai.

E tenho dito.

Bjoscomentem!

Carol

Eu Vi Uma Folhinha na Careca do Vovô

Hoje acordei saudosa.

Há algum tempo (na época que eu escrevi esta história esse tempo era presente, mas várias formatações do meu HD e do site onde eu postava minhas merdas me fizeram perder um acervo enorme. Reescrevendo, o tempo vira um pretérito pra lá de saudoso!), eu estagiava no centro do Rio, em um jornal que já teve seus tempos áureos. Morando em Niterói, saía daqui às 7 da matina, passava em uma birosca perto do ponto e comprava um italiano* e uma latinha de refrigerante ou chá gelado – dependia do jantar de “ontem” -, e subia no ônibus com o salgado ainda fresquinho. Sentava naqueles bancões altos, os últimos antes do trocador, abria o pacotinho e saboreava aquele salgado maravilhoso, iguaria pé-sujo sem igual. Depois, bebericava o líquido da latinha atéeeee… Até acabar.

Enquanto o ônibus estava vazio, ia bem no meião do banco. À medida em que enchia, ia bundeando pro lado do corredor (devido ao tamanho da circunferência das minhas ANCAS, odeio ficar presa na janela dos ônibus, aviões e afins: a sensação de esfregar o fiofó na cara do pobre coitado vizinho é deprimente demais).

Invariavelmente, o ônibus enchia demais, assim como as ruas, e eu demorava aproximadamente duas horas pra chegar ao jornal. Não vou dizer que isso não poderia ser evitado, poderia sim, era só eu ir de barca: em menos de uma hora, já estaria lá.

Só que eu adoraaava ir de ônibus! Aquele ritual de comprar italiano e latinha e depois aquela sonolência, aquele solzinho da manhã e o ventinho gelado no rosto me embebedavam e eu ia, durante todo o caminho, pensando na vida, meio dormindo, meio acordada…

No primeiro trecho – quando tinha engarrafamento demais e o ônibus não podia deslizar tranquilo pra amortecer meus sentidos -, até a ponte, eu ia pensando. No segundo, da ponte em diante, eu era embalada pela velocidade e o vento e dormia meus 40 minutos mais preciosos de cada dia.

Nesse dia não ia ser diferente. Estava ainda no primeiro trecho. Pensava, pra ser exata, no motivo que levava os fabricantes de absorventes a ainda fabricarem absorventes sem abas, já que nem uma indivídua que conheço os compra. Elaborei mil hipóteses, pesquisei mentalmente os preços, lembrei de algumas coisas que precisava comprar. Iria seguir minha amada salve-salve rotina diária, em poucos minutos o vagar dos pensamentos me fariam dormir.

Masssss, na Alameda (um trecho que sempre engarrafa e sempre entram milhares de pessoas nos ônibus), entrou uma porrada de gente. Entre essas gentes, um senhor careca. Careca daqueles que o cocoruto reluz, e só tem um bambolêzim de cabelos circundando o topo da nuca e acima das orelhas, tal e qual aquela coroinha de folhas que os gregos (eram os gregos?) usavam.

Eu nem teria reparado nesses detalhes todos, mas ele se sentou bem na minha frente. E, como sabemos, nossos olhos são scanners, capturam e analisam toda e qualquer imagem. Se estiver tudo certo, eles liberam o movimento pra onde você quiser olhar, mas, se NÃO estiver tudo certo, fodeu, os dois bichinhos se trancam na direção do erro e, puta merda, nem toda a educação do mundo consegue destravá-los! Tenta tirar os olhos de uma pessoa de peruca, ou com a calça furada, ou com batom no dente, ou com mó remelão e vê se consegue!

Então, meus olhos estavam prestes a liberar o careca do processo, chegaram até a dar uma destravadinha e olhar pro outro lado, mas voltaram. Identificaram algo.

No meio daquela careca lisiiiinha e mais brilhante que uma bola de boliche, aquele aeroporto de mosquito perfeito, assim, como quem não quer nada… Jazia uma folhinha. Uma folhinha. Tá pra existir coisa mais inocente do que uma folhinha daquele tamanho. Pequenina e verde. Bem verde. Bem pequenina.

Bom, certamente alguns vão pensar:”Tá, mas e daí?”

E eu vou responder: experimente VOCÊ ficar confinado num ônibus por mais de uma hora na frente de um careca com uma folha no meio da cabeça.

Te digo de antemão: maluco, NÃO DÁ. O cérebro fica em constante desequilíbrio, processando o tempo todo que algo está errado. Vira uma TORTURAAAAAAA.

A folhinha adqüire rapidamente voz de desenho animado. Formiga Atômica total. E berra: “NANANÁAAANAAA, VOCÊ NÃO ME PEGAAAAA!”, e te tortura, e te tortura, e que tortura. Não acaba nunca.

Pronto. Minha rotininha alterada. Cacete. Não consegui pensar mais, com aquela folhinha desgraçada me testando. Não consegui dormir, coma aquela folhinha me gritando. Pra falar a verdade, meus olhos não saíram da folhinha nem um segundo.

E o careca passava a mão pra lá, passava a mão pra cá, tipo “penteando os cabelos”, em TOOOODOS os lugares da careca, menos na folhinha. E a cada vez eu gritava por dentro:”MAIS PRA DIREEEEEEEEEEITA!!!! MAIS PRA DIREEEEEEEEEEEITA!!! A FOLHINHA TÁ MAIS PRA DIREEEEEEEITA!!!”

Ele, é claro, não ouvia.

Quando chegamos ao centro do Rio, eu já tava suando frio de nervoso. Minhas mãos tremiam, minha boca seca, a latinha amassada como se fosse um copo descartável. Minha perna balançava sozinha e acho que o ônibus inteiro percebia que eu tava morrendo ali. A maldita folha sobreviveu a TODOS os ventos, a TODAS as “penteadas de cabelo”, a TODOS os sovacos e barrigas de gente em pé roçando na cabeça do careca. A TODAS as minhas preces e gritos de desespero, a TODOS os meus olhares telepáticos; eu REALMENTE tentei fazer aquela porra de folha flutuar.

Na Leopoldina eu me liguei que já tava chegando perto do meu ponto, que eu precisava relaxar, “só mais cinco minutinhos”.

Quando cheguei no retão que precedia o meu ponto de descida, fui acometida de um alívio quase físico, a felicidade de imaginar que eu ia descer e nunca mais ia olhar aquela folha dos infernos na minha frente. Levantei, meio bamba de emoção, e fiquei lá, em pé, um braço pra cima segurando na barra, encostada na “paredinha” na frente do trocador, esperando o ônibus parar, ao lado da minha poltrona.

Qual não foi a minha surpresa quando o careca levantou também.

Com quinhentos milhões de pontos de ônibus, o homem foi descer ali. Tinha que levantar ali. Tinha que ter alguma coisa pra fazer ali perto. CARALHOOOOOOOO, merda pouca é bobagem. O careca estava ali, de pé na MINHA FRENTE. Uma respiração mais forte minha e eu embaçava o carecão.

Juro que nunca me concentrei tanto em toda a minha vida. Aqueles poucos momentos conseguiram a proeza de serem piores do que toooooda a viagem desde Nikiti. Estava ali, a menos de um metro de mim, aquela folha de uma figa.

Respirei fundo quando o ônibus foi parando, fechei os olhos e pretendia contar até dez pra, quando fosse abrir os olhos de novo, não ver aquela careca com aquela folha quenga ali. Mas logo abri, né, porque iriam me linchar se eu ficasse mais um segundo parada, tinha gente presa lá atrás.

No momento em que abri os olhos de novo, aconteceu.

Do nada, eu juro que foi do nada, involuntariamente, minha mão levantou e deu mó tapão na careca do velhinho. O_O . Eu tenho certeza que a intenção era só tirar a folha, mas foi um tapa tão forte que fez “PAF”. O velhinho, no mínimo assustado, levantou os ombros e afundou a cabeça no pescoço, sabem? Levou a mão à cabeça e foi virando devagarzinho… Até olhar pra mim.

Agora vocês vejam bem. Eu, uma jovem de 1m71 dei um pescoção de fazer dó num velhinho com um terço do meu tamanho e peso, na frente de TODO MUNDO. Num momento desses, o que que você faz? Nega????

Pensando na velocidade de um raio, cheguei a conclusão de que eu podia fazer duas coisas. Ou eu dava um passinho pro lado, fazia cara de desentendida e apontava pra mulher sentada na cadeirfa mais próxima dizendo: “Foi ela, foi ela!”… Ou eu fazia o que eu fiz.

Na hora em que o velhinho parou os olhos em mim, a cara A-P-A-V-O-R-A-D-A, uma expressão de medo, confusão e raiva, tudo junto, eu, muito calmamente, como se nada tivesse acontecido, com a cara mais séria e plácida do mundo, sem tirar o outro braço da barra de ferro, disse:

“- Tinha uma folha na sua careca.”

E, diante da falta total de expressão no rosto do velho (e me borrando de medo de alguém me bater), emendei:

“- Com licença.”

Passei, desci e fui embora.

Fala sério, o que você faria no meu lugar???

Apareceu a Margarida

STA TERESA 015

Mornings pra todos.

Não sei exatamente o motivo, mas ontem eu tive 18 visitas aqui! Hahahhahaoahuoha! Não comentei com ninguém, não postei em lugar nenhum… 18 visitas!

Pergunta que não quer calar: COMO???

Caralho, COMO 18 pessoas estiveram aqui ontem???

Se manifestem, please! Pq entram 5,10, 12, eu mal atualizo, mas NINGUÉM, tirando o Jefferson – que nunca mais voltou, haouauhuha – comenta. Que impressionante.

Bom, o motivo de estar deixando tudo às moscas nesse mundo internético de meu Deus é a Gripe A.

Não, não tive a Gripe A.

Só que a escola da minha filha não voltou e eu não consigo nem PEIDAR direito. Que dirá atualizar um blog e fazer o vídeo que tô devendo pro desafio.

Então, hoje essa postagem será pra prenunciar 3 links novos, que vou tentar colocar nessa geringonça; um desafio por vir e um PROJETÍSSIMOOOO sendo feito. Tô muito feliz.

Ah!!!! E minha descoberta em como usar estar merdas de tags.

É que é o seguinte, eu sempre faço umas tagzinhas humiiildes, com palavras-chave do post em questão… E, claro, não sou achada por ninguém, pq ninguém está de bobeira no Google procurando CAROL KALIL, course.

Então inovei.

Como na internet nada se cria, tudo se copia; vi por aí e copiei. Usei todas as palavras que me vieram à cabeça, inclusive a palavra SEXO. Sexo dá buscas no Google. Sexo dá buscas na Avenida Atlântica, não vai dar no Google? Sexo dá busca até na puta que pariu.

Então postei variações sexuais, gripe suína, oitavo CQC, Renan Calheiros, enfim, tudo o que eu sei que tá gerando buscas, HAOUOUAUOUOAUOAO!

Nem procurem, não tem nada com esses temas aqui.

Mas eu peguei vc, huh?

Às minhas amigas, que por ventura entrarem aqui, fiquem sabendo que vou precisar de todas as amigas que forem MÃES em breve.

=P

Agora vou tentar melhorar esta porra de blog.

Beijíssimos.

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