As Linhas Tênues da Vida

#polemicwednesday – HAHAHAHAHOAUAHA

Claro que é totalmente pessoal e subjetivo, portanto, só vou dar o meu ponto de vista das coisas.

Quando o limite do sensual é ultrapassado? Eu acho que a Megan Fox, por exemplo, o extrapola em muito e alcança o vulgar. Lógico que os homens vão me mandar ir pra pqp, mas eu acho, mesmo! Não que ela seja feia nem nada, mas é que ela vulgariza, mesmo.

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(claro que, se eu fosse homem, eu comia. Mas ia tirar pra puta, na certa)

Quando o limite do choque é ultrapassado? Acho que a Lady Gaga o extrapola em milhas e milhas, e alcança o freak.

0,,21928614-EXH,00Não vejo nada de atraente nessa mulher e, como diria meu amigo Rapha, eu tenho medo dela.

Quando o limite da espetacularização é ultrapassado? Eu acho que fizeram isso com a Britney, e deixou de ser show da mída e virou maldade.

mad britneyAinda bem que isso ficou no passado.

Onde está o limite entre ser gorda e gostosa?

khloe-kardashianComo podem pentelhar tanto a Khloe Kardashian a chamando de gorda? Querem q ela faça o que, enfie o biotipo dela no cu?

Onde acaba o limite da “adolescência eterna” e começa o patético?

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Preciso falar mais?

(claro que não falei das celebs brasileiras. mesmo tempo TONELADAS de coisas pra falar.)

Malandro é malandro, mané é mané. Hahah!

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Quem Sou Eu?

Tem alguém curioso pra saber alguma coisa sobre mim? hahahaouhahua!

Qualquer coisa, perfume, shampoo, sabonete, o que eu acho do Sarney…

.. Sei lá!

Eu tô totalmente sem inspiração pra escrever, façam perguntas! Aí as idéias surgem!

E, antes que o @pesanervos venha dizer que isso são #subcelebfeelings, HOAUHUHAOUAOUHAOU, eu já aviso: NÃO SÃO NÃAAOOO! São #preguiçadepensarfeelings, tá?

Vai que alguém, perguntando, me dá uma idéia?


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E, visitantes fantasmas, comentem, porra! Hahahah!

——–

Opa, primeira pergunta:


Priscila Diz:
16/09/2009 às 12:03 PM e

Olá ! Pq vc fala tanto palavrão? Gostei dos teus textos, mas esse excesso de palavrões é um terror!

Respondendo: Priscila, eu sou assim. Eu falo muito palavrão, hahahaha! Acho terapêutico e não vejo nada demais; pra ser honesta, acho que em determinadas situações os palavrões podem conferir um tom cômico ao texto, e gosto disso! Quando eu não “posso” falar palavrão, eu seguro a onda… Mas como aqui eu não tenho compromisso de formatação de personagem com ninguém, posso falar à vontade, e aproveito! Hahahaouhaua! Não sei o motivo desse estigma dos palavrões, coitados… Os acho tão úteis…

Tem coisas que só palavrões expressam. Dizer “Ai, droga! Puxa vida!” e dizer “Caralhos alados cravejados de diamantes, que merda!” são duas coisas totalmente diferentes, não são? Hahoauah! O lance é que eu quase sempre estou mais pros caralhos alados, mesmo! Haouhoahoah!

(saindo, volto depois do treino!)

Morde! Morde!

Casamento, filhos, e a gente sabe que a vida sexual vai ficando pra último plano. Não por falta de tesão ou porque “o fogo da paixão acaba” – acho ótimo quando escuto solteiros e sem filhos dizerem que “o lance é não deixar cair na rotina”. Houahauoa. Dou gargalhadas FEDERAIS por dentro, “não deixar cair na rotina”, HAOUAHUOAHUA! “Não deixar apagar o fogo”, HAOUHAUHUOHAUO… Eu só fico pensando, e tento guardar pra mim, pra não passar por chata: “Espera sua vez, meu amor, espera sua vez… E depois vem me contar…” – mas porque NÃO EXISTEM HUMANOS DE FERRO.

Na prática, o casamento é uma maratona tão grande que é FODA conciliar tudo de maneira que ainda sobre FÔLEGO e TEMPOOOO pra transar. Maridos acordam antes das seis, vão pro trabalho, passam o dia todo resolvendo pendengas, chegam exaustos e ainda têm que sentar na porra do internet banking pra pagar contas – no caso do meu, chega às 23h30, pq ainda tem faculdade. As mulheres, depois da maternidade, NÃO DORMEM, acordam duas, três, mil vezes por noite, as crias acordam antes das seis tb, berram, gritam, bagunçam tudo. Tem que fazer comida, dar banho, levar pra escola, voltar, colocar casa em ordem, trabalhar (dentro ou fora de casa), sair do trabalho, pegar filho no colégio, levar pra casa, fazer jantar, dar banho… Puta merda.

Não é o “fogo da paixão” que se apaga, colega, é o FOGO DA VIDA, mesmo. Quando marido e mulher terminam seus afazeres diários, estão os dois MORIBUNDOS na cama. Sem força pra mexer um dedo. Mortos de vontade de ter vontade de transar – eu sei que os casados e atribulados vão me entender.

Aí começam os fenômenos típicos do casamento.

VOu falar por mim.

Às vezes, eu tô tão cansada, mas tão cansada, que fico cantando meu marido por telepatia. Ali, os dois na cama, deitados, quase dormindo, eu não tenho coragem de me mexer. O cansaço é tanto, mas tanto, que a força perde pra ele. Eu até tento abrir a boca pra falar, mas a mandíbula não responde ao estímulo, o cérebro já não trabalha na construção de frases direito e, qdo eu consigo abrir a boca, sai um “vvv” e eu desisto.

Então fico tentando mandar mensagens telepáticas.

“Amooor… Amor, c tá me ouvindo? Que você esteja me ouvindo, que vc esteja me ouvindo… Vem cáaa! Dá um chega pra cáaaa!”

Mas ele não ouve e, depois de uns cinco minutos de tentativas, ouço um ronco dele e outro meu.

Ou seja, telepatia sexual não funciona.

Aí nóis parte pra tática que eu chamo de Tática da Boneca Inflável.

É quando o marido tá louuuco, pq homem tira energia sexual sabe Deus de onde, que eu não descubro; e vc tá ACABAAAADA depois do dia inteiro lutando com a filha que primeiro não queria tomar banho, depois não queria colocar a roupa, depois não queria ir pra escola, chegando lá não queria ficar e, no fim da tarde, não queria vir embora; não queria jantar pq tava com sono, não queria tomar banho pq tava com sono e, qdo vc colocou na cama, não queria dormir. Não há físico ou psicológico que funcione depois da maratona, gente. Por mais que vcs, que não têm filhos, possam estar pensando: “Affff, não trabalha fora, NÃO FAZ NADA O DIA INTEIRO e ainda reclama!”. Aaaaaaaah, moleque! Deixa estar, que o tempo é o melhor remédio e VAI CHEGAR A SUA VEZ! Se não for com filho, vai ser com mãe e pai bem velhinhos que vão depender de vcs qdo estiverem senis.

Mas então, voltando à tatica da Boneca Inflável, é quando vc entende que ele quer e precisa, mas não tem FUEL suficiente, então manda a célebre:

“Tá, a gente faz, você pode fazer o que quiser, mas eu não vou me mexer, tá?”

Lógico que no fim das contas vc se mexe e tal… mas a intenção é, realmente, ficar estática. Pq todos os músculos do corpo, a esta hora, estão pedindo arrego. Ou vcs acham que segurar um bichinho de 2/3 anos e 15/20 kg se sacodindo e berrando o dia todo é mole? Rapadura é doce, mas não é mole não, mané!

Ou então a terceira e última tática, que é a melhor. É a tática “PEGA NO TRANCO”. É quando vc tá tão esgotada, mas tão esgotada, que na verdade não teria forças nem pra dar um peido… quanto mais tesão e vontade de transar. Mas, como a vontade de ter vontade tá grande, você decide, em nome do bem maior que é o casamento, fazer uma forcinha e pegar no tranco.

É começar na moribundice total, com desejo quase zero – pq depois que esquenta a coisa flui muito bem!

O lance é esquentar.

Pois bem, aconteceu esses dias.

Estávamos, os dois, utilizando a técnica do pegar-no-tranco. Na verdade, o dia tinha sido tão cheio, mas tão cheio, que Isabela dormiu cedo – às 10 da noite ela estava capotada. E nós tb, claro, mas acontece que uma chance assim, de um tempo em paz pra colocar a vida sexual em dia, é tão, mas tão rara, que decidimos não deixar passar.

Os dois de banho tomado, aquela coisa RIDÍCULA, o cúmulo da previsibilidade – eu tenho certeza que quem tem filho pequeno vai entender. Cansaço MÓR, sono MÓR. Eu quase fiz a Boneca Inflável, mas agüentei firme, e comecei a fazer tudo direitinho.

Mas o meu cansaço era tanto que nem o pega-no-tranco tava adiantando – pra mim, né, pq homem, como eu já disse, tem uma facilidade tremenda de “ficar disposto”, se é que vcs me entendem.

Então eu comecei a viajar nas dicas de todas as revistas que eu já li em todos os consultórios de médicos na minha vida. Revistas Claudia, Marie Claire, Criativa, por aí vai.

Eu devia desconfiar, devia mesmoooo, que quem escreve essas revistas é gente solteira, só pode.

Juntei na minha cabeça todas as informações de todas as matérias tipo “69 dicas pra apimentar a vida sexual”, “Dez dicas que vão fazer vocês delirarem!”, “vença o cansaço e diga olá ao tesão” e, estudando rapidamente os pontos em comum de todas as matérias, vi que a única coisa que se repetia incessantemente em todas as revistas era a velha: “INVENTE COISAS NOVAS. Uma dança sensual, uma lingeria bacana, uma posição nova, um tapinha – entre quatro paredes vale tudo!”

Do jeito que eu tava, se eu levantasse pra fazer uma dança sensual, meu marido brocharia – nenhuma dança é sensual qdo a dançarina mete a cabeça na quina do criado-mudo porque dorme no meio do número.

Lingerie bacana não me pareceu bom, pq, bem, desde que eu despedi a empregada não sei onde estão minhas coisas, mesmo.

O tapinha já era clichê.

Foi quando, do nada, cheguei a uma conclusão maravilhosa pra “apimentar-a-vida-sexual-e-delirar-dizendo-olá-ao-tesão”.

“- ME MORDE!”

(Tenho que fazer um adendo aqui. Meu marido sempre me zoa pq eu tenho uma mania linda de exagerar.

Por exemplo, se ele come um pedaço do meu sanduíche, eu fico louca e berro “PORRA, VC COMEU METADE DA PARADA!”. Se eu quero mais bebida, eu peço um pouquinho, ele coloca duas gotas, eu digo “Só isso? Coloca mais, porra!”, e daí ele vai colocar a TERCEIRA GOTA, uma quantidade mínima, e eu, alucinada, berro “TÁ BOM, TÁ BOM! AAAAH, PORRA, AGORA VC ENTUÍU MEU COPO COM ESTA MERDA!”, e por aí vai. Adendo feito)

Marido não entendeu nada. No meio da bagaça, na posição mais velha de todos os tempos, se é que vcs me entendem, eu, quase dormindo, morta de sono e semi-apática, berro um ME MORDE com todas as letras.

Ele, meio desconfiado, meio com medo de que eu acabasse dormindo no meio do ato, decidiu acatar a ordem e tentou, todo delicado, me morder.

Acontece que eu, cá pra mim, tava viajando nas tais matérias de revistas, e as mordidas delicadas dele estavam me fazendo cócegas, ao invés de dar tesão.

“- ME MORDE, PORRA!”

Enfática que só eu.

Olhei a cara do marido e vi o que o desconfiado estava agora mais próxima de assustado; mas ele acatou.

E nada. Eu realmente tava quase dormindo.

E foi quase dormindo que eu fiquei repetindo que nem uma maluca, aos berros raivosos, “ME MORDE, CACETE! ME MORDE, CARALHO! MAIS FORTE!”

Da última vez em que olhei a cara do marido, ele já não parecia mais nem assustado. Ele estava com a expressão APAVORADA. Mas acatou a ordem.

Mas aí ele acabou transbordando a terceira gotinha da bebida.

“- AAAAAAAAAAI, CARALHO!!! DEVAGAAAAR, PORRA!!!! VC QUER ME ARRANCAR OS PEITOS, CACETE???? TÁ MALUCO??????”

Marido revoltou-se. Saiu de perto, deitou ao meu lado e mandou, em PÂNICO:

” – Eu não sei o que está acontecendo com você. Nunca vi você assim. Tava vendo a hora que vc ia gritar MORDE PRA ARRANCAR, PORRA. Eu hein, Deus me livre! Sai, credo, tô me sentindo em “Antes só do que mal casado””

Gente… Vcs já viram esse filme a que ele se referiu?

Assistam:

Nada a declarar.

P.S.: gente, não tive tempo de corrigir esse textículooo! Tô com pressa! Me avisem se houver mto erro de digitação!

hjaohohouahauhauohauohauohuaho

Dia bom. ¬¬

Sabe aqueles dias em que nada dá certo? Você acorda com alguma dor, briga com o marido, queima comida, derrama café na roupa, a filha impossível, mil coisas pra fazer, chove, tudo engarrafado, vc lembra, no meio do trânsito, que não colocou gasolina no carro, dá vontade de ir ao banheiro, vc fica quarenta minutos morrendo de dor de barriga até conseguir se livrar do engarrafamento, chega no trabalho e descobre que ligaram da loja que seu cheque voltou E QUE SEU CHEFE ATENDEU… Sabem?

Então, não aconteceu nada disso comigo hoje.

AHAOUAOUHAUOHOAHOHAUHAUHAO.

Portanto, é um dia bom.

Minha filha, de três aninhos, afogou uma boneca na privada, jogou bolo de cenoura pela sala toda, está borrifando a televisão com meu spray de água pra regar meu cactus (cacto?), que, por sinal, morreu de sede; roubou minha necessaire de maquiagem e pincelou a perna toda com corretivo – o que não me faz a menor diferença, pq é raríssimo eu usar maquiagem; o problema é que agora ela está parecendo um portador de vitiligo e esta merda é a prova d´água -, acordei às 5 da manhã com ela gritando MAMÃE em si bemol (não sei o que é bemol, mas achei lindo de escrever); estou EXAUSTA e tenho treino hoje, mas meus braços vão se “desatarrachar” do corpo a qualquer momento.

Dia bom!

Pra deixar tudo mais dramático, tô ouvindo isso:

E vou adicionar mais uma foto de rosto, pra desespero de meu querido leitor (a) “B”.

nARCISA2 007Versão sem dreads. Fazer o que se eu mando melhor de rosto que de corpo, gente? Postar foto do meu culote, sei lá?

Hahouahaouauohauohao!

Bjocas!

“(…) estão inflando meu ego com ar…”

Hoje tive dois comentariozinhos extra especiais. De alguma “Andrea Vergueiro” e de algum ou alguma “B”.

Posso falar? Acho muito engraçado e muito legal qdo isso começa a acontecer! Eu não sei o que as pessoas que comentam coisas desse gênero pensam quando o fazem, mas massageia o ego que é uma beleza.

Pq, tipo, se eu não gosto de uma pessoa ou se não acho que valha a pena, a ÚLTIMA coisa que vou fazer é entrar na página de fulana pra deixar recadinhos com o conteúdo tão rico como: “Você é uma pevertida imunda e ainda se diz jornalista?”

HAHAHOAHUAOHOAHUOHAUOHAUO!

Acho o máximo! Gente, de que outra maneira eu poderia me sentir senão FABULOSA? Incomodar é bom, é indicativo de boa audiência, de polêmica e de popularidade.

De coração, obrigada!

Agora para o outro comentário… Deixa eu colar:

“pra vc esta escrevendo td isso vc deve ser uma puta baranga. mal posta fotos ded vc e qdo posta saum pequenas. nunca de corpo. impossivel ser mulhe bonita.”

Olha, querida (o)… Foi um pouco trash ler seu comentário, pq vc tem um pequeno problema de comer os erres e tira o sentido de algumas coisas. Mas, tirando isso, vou te responder o melhor que eu puder.

Que diferença faz, pra você ou pra qualquer outra pessoa, o quão bonita eu sou ou deixo de ser? É realmente relevante, isso? Eu escrevo. E ponto. Mas, pra matar a curiosidade que deve estar reinando no fundo do seu fiofó, vou te falar de mim.

Não sou nem a mais bonita, nem feia. Acho, pelo menos. Bem, acho que meu marido deve me achar a mais bonita, de alguma maneira. Hahaouahao.

Tô acima do peso, e sempre estive; mas quando estou bem, ainda que acima do peso, sou taxada mais de gostosa do que de gorda. Mas, you know, tudo depende do seu ponto de vista.

Aqui do meu, eu tô me lixando. Qdo tô bem, tô bem, e é isso que me interessa.

De resto…

Todo santo ano eu juro pra mim mesma que o próximo verão vai ser melhor: eu vou estar mais magra, mais loura, mais bronzeada, mais ativa, malhando e com os dentes mais brancos; com os pentelhos milimetricamente depilados em uma única fileirinha no meio da rebimboca (Quaaaanta impureeeeza, hein, Andrea? Hahaouh!), que é pra não aparecer em biquini nenhum, com o corpo escultural e os peitos novos em folha, turbinados e empinados. Minhas pernas estarão impecavelmente depiladas, sem sobra de pêlo algum, minhas unhas todas feitas, os pés macios como marshmallows, a marca de biquini espetacular.
A visão que eu tenho de mim mesma na minha cabeça quando me imagino no verão do próximo ano é o corpo da Karina Bacchi, pra ilustrar, com a minha carinha grudada lá em cima. Ha-ha-ha.
Todo santo ano, o verão chega e eu estou gorda, branca, celulítica, cheia de olheias, cheia de barriga e com um guarda-roupa pppooooooobre que dói.
Tá bom, não é CHEEEEIA de barriga e tal, tem gente muito pior… mas é fato que eu poderia estar mil vezes melhor.
Não fosse a minha dificuldade incrível em controlar uma das melhores coisas da vida – comida.
Well, cada um com seus pobRema.
Não devia nem me preocupar, mas vou colocar uma “fotinho” pra matar sua curiosidade, tá? Infelizmente, não é de hoje, pq minhas duas máquinas quebraram… Mas antes das máquinas morrerem de vez, tinha jeito de tirar foto… Ruim, mas tinha. Acho que é do final de julho.
Eu BEM gorda:
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Agora sim, B, fale o que quiser. Caprichei no meu próprio tamanho – podia colocar uma mais magra e melhor, certo? -, só pra ver o recado lindo que vc será capaz de criar tendo material. Desce o verbo, lindão (ou lindona), que eu quero ver!

Matei a curiosidade? Que bom.

Beijinhos pra vc e pra Andréia!

E pros meus outros queridos leitores tambéeeeeeeeeeeeem, lóooooooooooogico!!!

O Que há Além do Arco-Íris?

@christianpior Quer ganhar 2 ingressos p show da @luizapossi no VIVO RIO, amanha? Escreva p luizapossi@gmail.com falando O Q HÁ ALÉM DO ARCO-ÍRIS PRA VC?”

Ah, gente, viajei na batata aqui. Nem poderia ir a show algum amanhã, mas eu vou dizer o que tem além do arco-íris.

Além do arco-íris existe uma plantação de maconha giganteeeeeesca, permeada por flores de todas as cores. Chocolates brotam das plantas, e pés de pirulito, e o chão é coberto de jujubas. Todos têm os pés limpos, todos são impecavelmente lindos e magros e andam com a leveza dos elfos, as jujubas permanecem intactas.

As mulheres são estonteantemente belas, e todas meio lésbicas, inclusive eu. Lá, over the rainbow. Todas têm os peitos perfeitos, as barrigas perfeitas, as pernas perfeitas, NINGUÉM TEM CELULITE! Cabelões até a cintura, sem necessidade de escova agressiva/marroquina/chocolate/, sem necessidade de porra nenhuma! Ninguém tem cecê e nem pêlos no sovaco. As virilhas são lindas, lisas, e sem pentelhos encravados ou bolinhas.

Estrias não existem lá.

E todas as mulheres andam de túnica transparente, gostosérrimas, cheias de flores nos cabelos, bronzeadas… Tipo uma mistura de filme pornô com Senhor dos Anéis – sugestivo, huh? – e capa de romance de banca, saca? Aqueles que sempre começam com a “Mariann vivia numa cidadezinha encrustrada no vale das Lobas Brancas, na parte central da Grécia/Itália/Ilha da Madeira, banhada pelo mar calcário de um azul turquesa. Os cabelos, lisos e castanhos claros, com leves reflexos do sol, esvoaçavam e acariciavam seu rosto. Ela era dona de uma pousada que pertencera a seus avós, que haviam morrido há três anos, e tocava os negócios, virgem e imaculada. Até chegar James, divorciado, sarado, gostoso; com uma bolada querendo abrir um restaurante na cidade. Eles se estranham, se odeiam, no final se amam, se comem, a Mariann descobre o orgasmo e o restaurante de James é um sucesso pra sempre”. Assim. Over the rainbow.

Os homens são todos como James. Paus enormes, do tamanho de pacotes de Bono Chocolate, bundas deliciosas, bronze perfeito e por aí vai. Sacos escrotais com smiles desenhados – pq isso não tem como ficar bonito.

Todos andam de sunga branca, calça capri bege e bata branca aberta até o peito. E todos comem todas toda hora. Na grama de jujuba. Numa suruba eterna e consentida.

Pois é. Além do Arco-Íris existe uma casa de Swing.

Pensamentos Noturnos

AHahoauhaouah! Vão achar que se trata de sexo.

Que nada.

Dormindo desde as oito, deu duas e acordei… Vai sair algo que preste? C acha, honey?

“Tá. Quando der duas e meia eu durmo.”

“Fome da poooorra! #fatpridefeelings”

(ao abrir a geladeira pra comer alguma coisa)

“Caralho, tenho que tirar esse feijão daí. Ele está criando raízes.”

“Duzentos gramas de queijo branco são absolutamente diferentes de duzentos gramas de queijo prato fatiado. O branco rende MUITO menos.”

(lembrando de uma panela de pressão fechada com um estrogonofe que fiz há uns VINTE DIAS, que não tive coragem de abrir pra lavar e escondi lá no banheiro de empregada)

“Puta merda! A panela… Ela, sim, deve ter criado raízes e estar enorme e frondosa como um bouganville”

“Ish! Duas e meia! Tá. Qdo der tês em ponto eu durmo.”

“Bouganville é bem nominho de condomínio em Pendotiba, Itaipu… Ou de prédio novo no Jardim Icaraí.”

“Ih. @leojaime vai “jantar”

“Ish! Três e onze! Quando der três e meia eu durmo.”

“Que será que aconteceu com aquelas lésbicas do T.A.T.U.?”

“Ih! Três e meia! Vou. Pq às quatro Isabela acorda.”

Um Breve Conto de Auto Destruição

Olá, meu povo! Feriadão acabando e eu voltado pra cá.

Fim de semana de sol, na humilde opinião da que vos escreve, é pra ser CURTIDOOOOO muito, na real life, sabem? Hahahahaouauha!

Então, estou vendo que um monte de gente tá vindo pra cá direto do Twitter. E, decididamente, preciso comentar um ocorrido twittístico que não deve ter passado em branco pra maioria de vocês, já que duas ou três pessoas me perguntaram o que aconteceu.

Então eu vou contar aqui. Lá vai.

No último post, sobre os bairros paulistanos, um recado foi deixado em nome de FULANA, direcionado a uma figura auto-denominada Crovis Limone, que postou um comentário sobre o texto.

O comentário do limão foi o seguinte:

“ahahahahah, você VIAJOU bonito haahahahahah
Esqueceu de mencionar Santo Amaro, que antes colonizado por alemães, virou reduto de nordestinos. Pior ainda é o LARGO 13 DE MAIO, com jabás pendurados nas portas repletos de moscas de varejeira, paraíbas mijando na rua a céu aberto e camelôs. O Largo 13 de maio, seguindo a sua analogia, seria um bairro de ” libertação” por homenagear a data da abolição da escravatura. O que vemos ali é uma ABOLIÇÃO sim, mas de higiene.
Fora isso tem o LARGO DA BATATA em Pinheiros, semelhante ao LARGO 13, mas que vende Backed Potatoes com carne seca, farinha e jerimum.
Há um engano: São Paulo não foi engolido pelos italianos mijões e sim os italianos mijões que foram engolidos pelos nordestinos invasores ahahahahahah

Beijos”

E o comentário da Fulana:

“crovislimone,

Eu realmente gostaria saber o que o povo do sul e sudeste tem contra os nordestinos… Eles são tão brasileiros e gente quanto o retso do país. Normalmente encontro nordestinos mais inteligentes e muito bem colocados para criticar paulista ou cariocas que o contrário…

Saber tirar sarro de paulistas, cariocas ou gaúchos também exige inteligência!
Isso sim é engraçado, esse carioca é dez!!!

http://www.youtube.com/watch?v=K_Iv_u9-lPo&feature=related

(início no minuto 3:38)”

Diante do comentário da Fulana – por sinal, se quiser se manifestar, será boníssimamente recebida; NESTE blog, contanto que seja mantido o nível de educação que é cabível para um bom relacionamento virtual, toda polêmica cabível é vista como SAUDÁVEL -, e crendo que se tratava de “um sarro saudável” por parte do carinha que escreveu o primeiro comentário (forçando a barra e fazendo vista grossa, eu sei; querendo ver o melhor da pessoa – que não existia, no caso), fui eu lá, serelepe e saltitante, pelo twitter, avisar pra ele que tinha recado aqui.

“@carolkalil pOR FALLLLLARRR… Senhor @crovislimone… Um comentário destinado ao senhor no meu bRRRRog,senhor! E muito coerente! #chupaessamanga!”

E qual não foi meu susto ao ler a resposta:

crovislimone@carolkalil Nem vou me dar ao trabalho de responder. Eles estragaram São Paulo e ponto final. Fui12:24 AM Sep 6th from web in reply to carolkalil

Sabe quando o seu queixo vai no chão? Pois é, o meu foi.

Preconceito existe, e todo mundo tem um pouco de idéia PRÉ-CONCEBIDA sobre muitas coisas, querendo ou não – você, eu, o cara da banca de jornal, o Luciano Juck, a Angelina Jolie… Mas um preconceito acirrado e definitivo como essa afirmação, realmente, eu, Carolina, não estou acostumada a ver.

Você afirmar uma coisa dessas: “Eles (os nordestinos) estragaram São Paulo e ponto final” em PLENO TWITTER é uma coisa incrivelmente macabra, a meu ver. É uma coisa burra, sem-noção e, especialmente, é uma estupidez do cacete pra quem deseja ser um personagem crítico na internet.

Não que eu seja adepta de preconceitos velados ou alguma coisa parecida, longe disso, mas eu admito que existem, sim, esteriótipos, e que às vezes é complicado lidar com eles.

Vou falar de exemplos que me cabem, porque, no fim das contas, só posso falar de mim.

Não é preciso me conhecer há anos e pessoalmente, não é preciso me conhecer há mais de três minutos, para, tendo você lido algum texto meu, saber que eu faço piadas, brinco e “zôo” com as coisas. Não tem nenhum mistério e não é necessário ser um grande Ás da inteligência mundial para entender, por exemplo, que o texto dos paulistas é uma grandessíssima piada. Vide a quantidade de acessos e comentários DE PAULISTAS  que eu recebi devido ao texto.

Usei, para o texto, o esteriótipo do paulista que nos vêm a cabeça qdo pensamos em São Paulo. Assim como usei, na descrição no texto e na resposta ao senhor coisinha nos comentários, o esteriótipo do Rio, que é uma bossa-nova-Tony-Ramos-bala-perdida. E usei tb o jabá com gerimun (j?), que é esteriótipo nordestino.

Mas eu acho totalmente diferente vc brincar com as idéias pré-concebidas e escrotas que circulam por aí e vc AFIRMAR, com todas as letras, que é preconceituoso e ponto final. E se achar com a razão! Hahahauohaoha!

Pra dar um desfecho mais rápido, explicar e me mandar, que tenho reunião hj, aí vão as respostas:

crovislimone@carolkalil Não gosto de pessoas que se fazem de vítima o tempo todo. Estou de saco cheio de hipocrisia.

crovislimone@carolkalil Se é preconceito ou não vai da interpretação de cada um. Sou paulista, branco e também sofro centenas de preconceitos diários

crovislimone@carolkalil Nem por isso vou ficar aí me fazendo de coitado.

crovislimone@carolkalil Os caras ve de lá, tentam levar vantagem em cima da gente e ainda somos nós os preconceituosos? ahahahahahahahahha

crovislimone@carolkalil Me chamam de paulista branquelo, italiano mijão e sou eu o preconceitoso? vão pra puta que pariu e divirtam-se. Bjs”

~carolkalil @crovislimone – Eu não vou te responder. 1° pq, quer discutir, discute com a Fulana lá nos comentários… Deixo o blog aberto pra isso.

carolkalil 2° pq eu não chamei ninguém de “branquelo” e vc tá viajando… e provavelmente sabe disso. @crovislimone

arolkalil 3° pq fiz piada com italiano mijão, q vc tirou totalmente do contexto e lascou um #carapuçaservindofeelings, parece; @crovislimone

carolkalil assim como fiz piada com portugueses tarados que colonizaram o Rio e ñ o fiz de maneira pejorativa. Vc sabe. @crovislimone

carolkalil Agora, a SUA cabeça e os seus preconceitos são SEUS, não meus e nem de ninguém. Mas toma cuidado com o teu discurso, @crovislimone

carolkalil pq ele tá extremamente arrogante e pejorativo. E ignorante. But than again, that´s your problem. @crovislimone

… E o resto das respostas dele, que não vou colar aqui pq não foram endereçadas a mim, já tendo o lindão me excluído e tal, e estão sem @carolkalil, mas qualquer um que entre no perfil poderá deliciar-se lendo o barraquinho.


Mas pisou num buraco sem fundo, cara. Precisa URGENTEMENTE de um tutorialzinho simples, pra fraca compreensão de texto não atrapalhar, explicando alguns tópicos básicos de boa-educação e comportamento no referente a internet – e especialmente quando se vive na tentativa eterna e frustrada de fazer um personagem crescer. Perdeu todos os seguidores que possam ter algum vínculo com nordestinos do nada, por conta dessa estupidez.

Isso pra não entrar no mérito da ignorância absurda das informações e do preconceito em si, né…

Mas tenho que dizer, as respostas são como música pros meus ouvidos. São totalmente sem noção, mostram que ele tem um SÉRIO problema de interpretação de texto, já que confundiu uma porrada de informações e pedaços da crônica e montou de novo com um toque claramente perturbado e paranóico e, entre outras coisas, me chamam de “maloqueira”. Hauhuahuoauoauo! Acho lindo isso, porque sempre que uma pessoa não tem capacidade de dialogar utilizando a retórica de maneira eficaz, ela cai assim, pra um palavreado e uma discussão tão ridícula… O equivalente “adulto” ao “lalalá-não-tô-te-ouvindo” das crianças. E um TAHNK GOD enorme ao comentário da Fulana, pq sem ele o dito-cujo estaria perfeitamente camuflado e quietinho no meu Twitter.

E aí, qdo descobrisse que sou filha de CEARENSE filha de LIBANESES com GAÚCHO filho de ARGENTINO  e BRASILEIRO de Jacarepaguá genuíno, haouaouauohao, mulher de CHILENO e por aí vai, ia acontecer uma explosão em São Paulo – combustão espontânea dele mesmo, causada pelo próprio ódio.

Hahahaohuouaouoauoa!


Pois bem, foi isso que aconteceu, gente!

Beijos, povo!


Quem Batizou os Bairros Paulistanos? Paulistas? Whatever.

Eu estive em SP umas seis vezes na vida. Não, minto, oito. Enfim. Não tenho a menor noção espacial (o que não é exclusividade de SP, eu não tenho noção espacial nem do meu próprio apartamento), não sei onde ficam as coisas, não sei as distâncias, não sei nada. Só sei que tudo é muito longe, demora MUITO pra chegar, e os paulistanos não tão nem aí, consideram pertinho um, sei lá, shopping a uma hora e meia de casa. Puta que la benga. Minhas amigas de SP inventaram de se encontrar num tal shopping e minha anfitriã-xará me solta: “É bem ali, é só descer a Paulista”.

Acontece que a Paulista não terminava nunca.

E carioca começa a se coçar, né.

“-  A gente vai descer a Paulista até o inferno???”

Na volta, engarrafamentinho de umas duas horas, FORA O PERCURSO, mas tudo beleza, tranquiléte… Da próxima vez eu sei que não devo esperar pra fazer xixi em casa.

Anyway. A outra coisa que eu sei sobre São Paulo é que os nomes de bairros são uma interrogação enorme nesta cabeça que voz escreve.

E foi naquele dia, voltando daquele shopps, com Bianca Paradela e Carol Lages, que eu comecei a desenvolver o pensamento sobre o qual escreverei hj.

Como boa carioca (moradora de Niterói; não liguem se eu misturar Icaraí com Ipanema como se fossem a três metros um do outro), estou acostumada a uns nomes indígenas da melhor qualidade. COPACABANA. IPANEMA. ICARAÍ. ITACOATIARA. PENDOTIBA. PIRATININGA. GUA-NA-BA-RA. PAQUETÁ. Algumas palavrinhas francesas emboladas, imagino, tipo LEBLON; alguns nomes de santo, SANTA ROSA, SANTA TERESA; alguns substantivos adjetivados, RIO COMPRIDO, PEDRA BONITA, RIO BONITO… E já estou saindo do eixo Grande-Rio, paremos por aqui.

Eu não sei, eu cresci aqui neste estado, mas acho os nomes dos bairros cariocas a coisa mais linda do mundo. Tirando alguns nomes angrenses, que pecam pelo excesso, como JACUECANGA, que algum desinformado pode facilmente achar que é o nome de uma cidade cenográfica global – hoje em dia pode ser da Record, tb – ao lado de Tubiacanga. Mas,voltando aos nomes, são lindos. Copacabana. Acho Copacabana o ó do mundo, mas o nome.. Ah, o nome… Não poderia ser nome de outra coisa senão de uma praia, certo?

Imagino que, na cabeça de quem não conheça o Rio, esta cidade seja um calçadão eterno, com todos os bairros dispostos em seqüência, numa bossa-nova suave, com o Toni Ramos passando por ali peludão, cheio de protetor solar, parecendo uma esponja ensaboada; a Carolina Dieckmann correndo em direção a você com os cabelos louros-raízes-escuras esvoaçantes e aquele eterno sorriso edwirgiano nos lábios; Tico Santa-Cruz sentado no Arpoador tocando um violão com o Marcelo D2, Falcão e o Paulinho Vilhena de Robert, todos fumando maconha, só chegar e pedir um dois; Dado Dolabella espancando a camareira da Luana em alguma banca de jornal cercana; Luana, por sua vez, discutindo com Caetano e gritando “SEU BANANA DE PIJAMA!”; todos os demais artistas globais passeando por ali, com sacolas de compras, marcas de biquini, barriga de tanquinho – menos o Leo Jaime, a dele é, segundo o próprio, barriga de lavadora de 11kg -, e uma redoma invisível de vidro ao redor de cada um, pra evitar as balas perdidas, que fazem uma teia semelhante aqueles circuitos de alarme que a gente vê nos filmes, vários feixes de luz vermelha emaranhados… Só que aqui, são balas. De Fuzil.

Pois é.

Num contraste absoluto a este cenário tomjobiniano, está a São Paulo que eu imagino.

O ponto de partida é o terminal do Tietê. Que, na minha cabeça, é ao lado de Congonhas, e só não foi atingido pelo avião da Tam por obra e graça do divino Espírito Santo. Saindo dele, na SP da minha cabeça, vc vê uma rua enorme e zilhões de prédios, tudo meio cinza. Essa rua, do lado do Terminal do Tietê, só poderia ser a Marginal, e tem um rio enorme e imundo dentro dela, com várias paradas em diques de concreto, onde cantores de rap se enfiam e exploram, pra sair no mundo subterrâneo e fazer pixações e letras e, em total inclusão social com os mendigos e fumadores de crack que moram lá, fazer churrasco de rato. No melhor estilo Tartarugas Ninja. O Mestre Splinter no espeto.

Em algum ponto, começam os bairros. E começa, na cidade 3D que minha mente montou, pela Liberdade. Não é um bairro chinês? Japonês, sei lá, não é asiático? Então, começa dentro do Tietê, com uns olhinhos-puxados em jangadas, empurrando com um bambu grande pra lá e pra cá, com aquelas blusas de gola em pé e queles chapéus de palha meio cônicos, bem baixinhos… Acho que estou imaginando o Vietnã, mas blz.

Em seguida, o Bexiga. Pq tem um cheiro fortíssimo de urina. Então tem que ser perto do Tietê.

O Bexiga, na minha cabeça (eu tenho que ficar batendo nessa tecla, pra entenderem que esta é minha imaginação, e eu SEI que não é a realidade, tá?), é um bairro horrorooouso, tipo a Lapa carioca, cheio de construções antigas, céu cinza, mijo e restaurantes italianos nojentos onde todos cantam Fígaro e sopram bolas de encher.

Em seguida, vem o Itaim Bibi. Que, pra mim, é um bairro onde só existem lojas de sapatos infantis.

O Itaim Bibi é seguido pela Vila Mascote, que, como o nome diz, só tem Pet-Shops, e onde um sistema de rádio interno toca incessantemente Pet-Shop-Boys. E, por ser o lugar em que minha amiga Roberta Luz mora, meus neurônios posicionaram imediatamente a Estação da Luz, do Metro, na seqüência. Supondo que Luz é um bairro, nele existe um Poupatempo e oito padarias, e lá é sempre escuro (só estive lá uma vez, às 4 da manhã, pra tirar carteira de identidade no PoUpatempo, HAOUAUOAUUHA!).

Depois da Luz vem a Sé, que é um lugar onde o Sampa Crew fica ensaiando o dia todo, onde existe uma peixaria enorme, não me pergunte o motivo, e muitas crianças de rua.”Salve crianças da Praça da Sé”.

Depois da Sé, o Butantã, cheio de cobras por todos os lados, tipo “O Dia Depois de Amanhã”, que não tinha cobras, mas um monte de bichos em NY; assim eu vejo o Butantã, várias cobras soltas pela selva de pedras. Ah, e tb vários butijões de gás espalhados pela rua.

Depois vem a Vila Curuçá, que é cheia de índios, que caçam as cobras que fogem do Butantã.

Depois vem o Ibirapuera, que é cheio de ocas, índios, e paulistas engravatados andando de bicicletas entre enormes estátuas e chafarizes num gramado perfeitamente verde. Engraçado é que eu tb vejo mulheres grávida caminhando, e crianças… mas todos de gravata.

Aí, em seguida, vem Pirituba, que é entre Peruíbe e Ubatuba, ou seja, é uma praia enourrrrrrme, no meio da cidade. Cheia de manos. E minas. E cobras e gravatas.

Depois começa a parte comestível.

Vem a Mooca, que é um lugar onde vc é recebido por um outdoor enorme com uma vaca malhada ilustrada dizendo “Sorria! Você está na Moooooooca!”; e onde existem enormes fábricas de leite condensado. E várias cafeterias vendendo mocaccino. É tipo uma Fantástica Fábrica de Chocolate. Só que é a Mooca.

E em seguida vem o Tremembé, que tem enormes fábricas de biscoitos doces, de leite em pó e de pé-de-moleque. Não, não sei o motivo. Só sei que os biscoitos são vendidos nos cafés da Mooca.E aquele biscoito de leite do pacote amarelo vem de lá.

Depis, lá longe, vem Aricanduva, que é um lugar com um presídio e vários formigueiros gigantes; depois a Freguesia do Ó, ó que é longe pra caralho, cheia de italianos por todos os lados, pizzas e macarrões pendurados nos fios dos postes; Ermelino Matarazzo, um bairro chique, onde as dondocas fizeram uma praia artificial pra parecer com Ipanema e colocam bossa nova pra tocar o tempo todo, e fazem festas regadas a Champagne e cocaína o tempo todo, dia e noite, e é onde fica a Daslu, by the way; Santana, que é uma praça enorme onde vários guitarristas ficam fazendo solos o dia inteiro, com um prédio gigante com uma fachada inteira em que um amplificador enorme foi desenhado; Pinheiros, um bairro natalino e cheio de pisca-piscas; Vila Prudente, em que um posto de saúde enorme distribui toneladas de camisinhas pro bairro vizinho, PERUS; depois vem a Penha, que é, na verdade, uma grande agência de trabalho com zilhares de empregadas domésticas esperando vaga e, por fim, lá longe, onde a vista não alcança, Jabaquara.

Jabaquara é longe pra cacete, mas é vista de qualquer ponto de SP.

E ainda tem vários que eu não lembrei.

Gente, quem batizou os bairros aí?

Isso tudo só me faz chegar a uma conclusão: SP não tinha nenhum índio. Os italianos mijões mataram todos. Os poucos índios que sobraram, foram morar em Jabaquara e na Vila Curuçá, fazem cobra e jabá com gerimum todo dia.

Brother, minha cabeça funciona tipo The Sims, cês perceberam? HAUHAUHAUHAUOUHA!

Desde pequena eu tenho essa coisa de associar nomes a imagens.

Depois conto mais.

Bjosfui!

Ahaháaaaaaa! Conseguiiiiii!

Depois de HORAS aprendendo a baixar um brush no PhSh, mais HORAS pra decidir como fazer esta merda de banner, HOOOOOOOORAS pro WordPress filho de uma prostituta barata me deixar me expressar e  várias tentativas INÚTEIS de salvar esta porra, consegui.

Taí o banner tosco que fiz hj.

HAUOAUUAHUHAUHAUHA!

Hj que, aliás, foi um dia daqueles que não saiu NADA como o planejado.

Planejei: deixar cria na escola e sair pra gravar.

Aconteceu: acordamos gripadas, não foi pro colégio ela, não fui gravar eu.

Pq o colégio não aceita, nos tempos atuais, alunos com nariz escorrendo – e eu tô neurótica, medindo temperatura dela a cada cinco minutos.

Mas sem stress. Vida de mãe é assim. NUNCA MAIS é a mesma coisa, vou avisando, grávidas que por ventura leiam aqui.

Hahahahahaoaua!

Sabem como vcs vão saber as horas qdo forem mães (claro, quem for bem Classe Mediaaaa, como eu)?

Mais ou menos assim:

“Tá… Acordei tava passando “George, o Curioso”… Ou seja, umas 7h… Já passaram uns 4 desenhos… São umas 9h agora.”

ou

“Lazytown. HORA DO BANHO!”

Aqui, qdo começa Backyardigans eu corro pra fazer o almoço. Hahaohaouuahua!

Bem, pela hora que ela foi dormir, ela vai acordar amanhã pra ver Louie. E, pras não-mães, Louie é antes de George, o Curioso…

*desespero*

FUI!

Fica a foto com que fiz o banner:

hjvouassim12junho 137 copia(sim, eu sei que tá HORRÍVEL, mas eu gosto. Hahahahahaoua!)

Bjocas!

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