Os Classe-Média

Classe média. Dizem que o governo Lula acabou com a classe média, mas eu discordo veementemente. Acabou porra nenhuma; ele pode ter empobrecido a classe média, ele pode ter dificultado a vida da classe média, mas acabar, não. Muito pelo contrário.

A classe média, que antes tinha como “meta” subir pra classe A, agora, já que tem que pagar tanto empréstimo que não dá pra subir pra lugar nenhum que não seja sala de gerente de banco pra renegociar dívida, se conformou com o lugar que ocupa e está mais média que nunca.

Média. Medíocre. No meio. Mediana.

Totalmente diferente da classe pobre, que consome e, mais importante, ASPIRA a coisas de classe baixa – fazendo aqui um adendo: a nomeclatura carolkaliliana divide as classes em rica (alta), média, e pobre (baixa) sem a menor preocupação de quantos salários cada classe ganha, e os motivos você verá mais adiante.

É que os economistas não sabem, mas pertencer a (à?) essa ou àquela classe é uma coisa que pouco tem a ver com a conta bancária; é uma coisa de alma.

O pobre que é pobre de aaaaalma, tem aquela pobreza incrustaaaada no fundo do meio do olho do âmago, e não tem dinheiro que encubra isso. Enquanto ganha salário mínimo, compra parcelado nas Casas Bahia aqueles armários de compensado Itapoã imitando marfim, ou então aquele Bartira mogno vermelho; e o MELHOR celular do momento. Daí, suponha que ele seja promovido pra um cargo de chefia, ou melhor, suponha que ele ganhe na megasena; o que que o pobre de alma faz? Ahn? Vai procurar alguma coisa com design exclusivo? Madeira maciça? Que nada, ele somente muda de um simples compensado “agromerado”… pra MDF … ou então para MÓVEIS TUBULARES, aquelas camas leeendas de ferro esmaltado, vinho com dourado… preto com dourado… branco com dourado… pq a verdade é que pobre lasca dourado em qualquer lugar.

Quando era pobre, comprava roupa nos mercadões da vida, imitação de Nike, Puma, Asics, qualquer marca que tenha um logo enormemente estampado bem às vistas. Quando mto, lojas de departamento, mas sempre fazendo questão do detalhe da marca berrante.

A gente vê que essas lojas grandes de departamento, por exemplo, têm a manhã de conquistar o pobre. Os preços delas são caros pros bolsos mais humildes, mas elas possuem a vantagem do “parcelamento-em-oito-vezes-fixas-com-a-primeira-só-pra-agosto”. E isso é um apelo pro pobre.

Só que o pobre, coitado, entraria e olharia, olharia… E não encontraria nada que lhe agradasse, se não fossseeeeeee… A LINHA RENNER/LEADER/C&A PARA POBRES.

É a camisa social com um drgão tribal enorme silkado em branco.

É a camiseta perfeitamente lisa e discreta, não fosse um numerozinho, tipo “89” (não me perguntem o motivo, não sei coeh a onda de estampar números aleatórios em roupas) estampado EM VELUDO no peito.

É o top com zilhões de pedrinhas de strass, onde se le “EU SOU SEXY”, “SEXY PRINCESS”, “VERY SEXY”, ou mesmo “THE BOOK IS ON THE SEXY TABLE”, que não faz o menor sentido, mas também não faz a menor diferença pra quem não fala inglês.

É a calça de brim/moletom strech de cintura ultra baixa com cinco mil e oitocentos pedregulhos de strass na bunda, nas pernas, na barra…

E não importa o quanto ganhe nem onde compra: é sempre o que ele vai levar. Essas peças. Esse é o pobre de alma.

Da mesma forma, o rico de alma também tem seus vícios. Se tiver R$ 50 pra fazer uma compra da semana pra família inteira – suponhemos que quebrou a bolsa de NY -, esta compra será:

Macarrão “de grife” internacional, a uns 10 reais o pacote;

– Molho de tomate UNCLE BENS ou equivalentes internacionais, a 6 reais o vidrinho;

– Um pedaço de parmesão para ralar, a 40 reais o kg;

– Pacotinho de Kani

– Coca Zero

– Pedacinho de Gorgonzola

Pão oitenta grãos + linhaça + passas + aveia + quinoa da marca mais cara, a uns 7 reais o pct de meio kg.

E por aí vai.

Levar Pomarola + queijo ralado de pacotinho + macarrão Di Renata? No way, babe.

E vc pode ver, nada tem a ver com o salário em si, mas com o espírito da pessoa. É coisa de alma MESMOOO. O rico de alma simplesmente GOSTA de coisas assim. Muito de vez em quando, numa viagem ou numa emergência, acaba experimentando umas coisinhas mais baratas e depois sai dizendo pros amigos MARAVILHADO sobre a super dica que ele encontrou: “Nossa, vc já comeu mortadela?? É sensacional!”, tipo Tranchesis da vida.

E daí tem OS CLASSE MÉDIA. E o texto todo foi, na verdade, só pra falar dessa classe social, a que EU pertenço mais do que financeiramente; a que eu pertenço de aaaaaalma.

Eu sou tão classe média, mas tão classe média, que eu compro sempre os produtos DO MEIO. Nem o mais caro, nem o mais barato. Seeeempre os do meio.

Nem filet mignon e nem acém, chã.

Nem macarrão importado e nem o mais vagabal, fico com o “estilo caseiro” de uns 4 reais; faz muito bem o papel.

Nem Becel e nem aquelas margarinas que nunca ouvi falar, tipo “Mila”; eu fico com a Qually.

Sou tão classe média que meus sonhos de consumo para casa estão todos na Tok & Stock. Hauohauouoauha! Nem Casas Bahia e nem peças assinadas por alguma bicha internacionalmente famosa. Tok & Stock é só o que eu preciso.

Sou tão classe média que ODEIO caviar! Hahahauahuaho! Detessssssto Prosecco! Hauohauhauouoa! Se bem que essa coisa de Prosecco (Prossecco?) já virou lugar comum de pobre… Eu fico com champagne doce e camarão, se for pra “ser chique”… hahahahaouahuoa!

Tão classe média que pinto cabelo em casa – mas com a tinta mais cara. Haohaouhauouaoho!

Os classe-média têm discernimento o suficiente pra NUNCA comprar OOOOO melhor celular (salvo quem trabalhe com algo que precise de determinados recursos), pq sabem que OOOOOO melhor celular daqui a dois meses vai estar uns 600 reais mais barato e não vai ser mais OOOOO melhor celular; então está sempre com um mediano. Classe média.

Classe-médias nunca têm medo de experimentar marcas novas – mas têm um certo receio quanto às MAAAAIS baratas. Por exemplo, leite. Classe-media não toma mais só Parmalat ou só Leite Moça faz teeeempo. Mas tb não compramos um leite chamado, sei lá, “Sarita”. Na dúvida, a gente leva Elegê, GLória… Itambé… haohaouauohuahuahuo!

E tantos exemplos que agora eu não lembro. Huhuhu.

E viva os Classe-Média!

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Da Série Conselhos Sobre Coisas que Acontecem – II

Porque acontecem, e acontecem mesmo, comigo, contigo, com a Luana Piovani…

2 – Primeiro encontro. Variações mil. Cinema e jantar. Cinema e sorvete. Cinema e pizza. Cinema e sushi. Cinema e Habib´s, que seja.

Ou barzinho. Ou restaurante fino. Ou pastelaria chinesa.

Anyway, de qualquer maneira, primeiro encontro geralmente envolve sair pra comer. Ou vc já saiu, tipo, pra um museu, no primeiro encontro? Ou pra uma floresta, pra um consultório médico… Não,né? E, mesmo que tenha ido a um museu no primeiro encontro – aaaaaargh, que merda de primeiro encontro, hein? – DUVIDOOO que não tenham tomado um café depois. Que seja um cafezinho. Um mísero café com um único pão de queijo filho de uma puta solteira. Mas tem que rolar.

Porque não tem papo se vocês não estiverem à mesa, entende? Eu sei que você entende. Todo mundo entende. Acontece com todo mundo. Mesmo aquelas pessoas cujo primeiro encontro já tenha acontecido num motel, pra poupar experiências; até elas pedem um prato depois de trepar a noite toda, vamos combinar.

Acontece que o primeiro encontro é uma armadilha cruel. Crudelíssima. Nosso corpo é um campo minado, preparado pra explodir e dar errado nas piores horas.E esse explodir pode tanto ser literal, como um peido, quanto ilustrativo, figurando, por exemplo, uma situação muito ruim e dificilmente contornável.

Vou contar um pequeno episódio que me aconteceu há uns 8 anos.

Eu trabalhava no Document Controll de uma multinacional conhecidísseeeemaaaa… Aqui no Rio, no centro.

Meu trabalho, além de cuidar da documentação em si, era servir de intérprete em algumas reuniões. Não sou formada em inglês e nem nada, mas é que eram chineses, franceses e dinamarqueses falando com brasileiros… Tem noção do que é isso, gente? Traduzir aquelas reuniões era quase como jogar na MegaSena, cara. Quanto mais gente tentasse, mais CHANCES a gente tinha de conseguir traduzir.

As reuniões começavam com todo mundo normal e geralmente terminavam com todo mundo bufando de raiva; os brasileiros irados por não entender nada e os chineses bufando de ódio por não serem entendidos. No meio, nós, meros intérpretes, tomando bala de tudo que era lado. Se a expressão “cu na reta” fosse literal, eu teria, hoje, um bambolê, de tanto que comiam de esporro os cus dos que tavam na reta, naquelas reuniões.

Até um belo dia, aparentemente normal. Cheguei no trabalho, fiz minhas coisas até meio-dia, saí pra almoçar.

Almocinho normal, arroz, feijão, franguinho grelhado e salada.

Cheguei atrasada, fui correndo traduzir duas reuinões seguidas do povo de Cingapura com o povo carioca.

Mas, para minha surpresa, aquele dia estavam todos smooooth… macios como Mc Nuggets. Só sorrisos. Do começo ao fim da reunião.

Eu fiuei tão feliz que eu era só sorrisos tb. Os chineses se despediram SORRINDO. E eu não lembro do acordo em questão ter sido fechado, mas estavam todos muuuuito felizes.

E eu tb.

Até entrar no banheiro, 3 horas e duas reuniões depois do almoço.

Olho no espelho e vejo um IMENSO pedaço de ALFACE no meu dente da frente.

¬¬ Lógico que estavam rindo.

E isso pq nem era meu primeiro encontro com ninguém, hein?

Após aquele dia, e de alguns outros micos em algumas outras ocasiões, reuni todas essas regras num manual mental pra tentar não pagar mico.

Com relação ao primeiro encontro:

O primeiro encontro tem uma série de regras. Não peide, não arrote. Não fale dos ex, não fale sobre casamento. Não pergunte a ficha criminal e nem comente nada sobre como é ser interna da Polinter ou ex-interno da Febem; não fale nada sobre seu nome no SPC ou Serasa, não peça cheque emprestado.

Não use lingerie velha. Mesmo se você achar que não vai dar… Vc não sabe o grau de persuasão do indivíduo, então não dê bobeira. Depilar é sempre bom (falou alguém que tá com a perna mais peluda que o Maradona);

NÃO COMA RUFFLES CEBOLA E SALSA.

NÃO COMA AMENDOIM COM CASCA.

CUIDADO COM O ORÉGANO DA PIZZA.

– Aliás, NÃO COMA. Nada. Além do perigo de ficar coisa no dente e do mico absurdo de ter o peguete tentando avisar que tem algo “aqui, mais pra direita, mais pro meio”, OU NÃO DIZENDO NADA, o que é pior; existe o perigo de dar vontade de peidar e, todos sabemos, é TERRÍVEL passar duas horas com um maldito peido encravado logo no primeiro encontro. E não adianta fazer essa cara de Sandy vendo pornô de surpresa, todo mundo MESMO já passou por situações de peido encravado. Todo mundo tem cu, porra. Então, não coma (a comida, não o cu… o cu é escolha pessoal).Revire no prato, peça uma água… Mas não coma.

E nunca, mas nunquinha, peça salada com folhas.

ataque copia

Da série “Conselhos Sobre Coisas que Acontecem”

E não tem muito como escapar. Então, aqui vai um pequeno manual pra você aprender a lidar com essas coisas pós modernas que acontecem com todo mundo: você, eu, a Cláudia Leitte…

1 – Vc foi pra um mega evento e a pilha da câmera fotográfica acabou logo na primeira foto. Mas você não se preocupa tanto pq todos os amigos estão com máquinas tb. E vc sai em várias fotos. Váaaarias. Vc verifica, nas máquinas, após cada clique, e constata que algumas ficaram bem legais.

Mas qual não é a surpresa qdo, ao abrir o Orkut no dia seguinte, você vê que logo aquela exata foto em que você saiu lindo como um golfinho asmático fazendo hang-loose foi tb a ÚNICA que sua amiga, dona da máquina, resolveu postar no álbum aberto dela? EHBATATA. E pode ver, a foto tá com 18 comentários do tipo “fulana (dona da máquina), c tá linda!”

Sua amiga, por ser “a dona da bola” – tal e qual aquele mini-ditador (todo mundo teve um amigo assim na infância) que encerrava o jogo quando bem queria, simplesmente pq a bola era dele -, pôde decidir, assim, brincando de Deus, qual foto ia pra berlinda.E geralmente, nesse momento, a foto escolhida é uma em que ela saiu ótima e vc, um cocô. Muito lógico.

Ou então a outra variável do ocorrido.

Que é quando vc saiu bem na foto, a amiga ( ou o amigo) nem tanto, mas, como era a única imagem em que o Bono Vox, a Ivete ou mesmo o Praga saiu junto de vcs, tinha que ser essa, mesmo, no maior estilo “não-tem-tu-vai-tu-mesmo”. A indivídua dona do cartão de memória, pra melhorar o próprio lado, lasca um contraste e um brilho no Photoshop de maneira que suavize (suavise??) a proeminência nasal avantajada dela e dê uma chapada nas espinhas, sem ligar pro fato de que você, com aquele brilho todo, SOME.

Não, não tô falando que você é ofuscada pela beleza da sujeita, não, tô falando que você SOME, mesmo: você é tão branca que todos os seus traços desaparecem, sobrando um ser de luz muito semelhante a um ET do filme Cocoon. Só falta voar.

Ou então você é muito morena e o contraste junto com o brilho te dão cor e textura de Cream-Cracker com hepatite, enquanto a dona da foto está lá, linda e esvoaçante com a Galadriel.

E milhões de outras variáveis deste mesmo problema: a foto de vc com uma verdadeira pochete adiposa na cintura e a indivídua se espremendo toda e magérrima como uma tábua; foto sua com um olho fechado e boca abrindo pra falar, e indivídua posando linda…

Isso acontece por causa de uma velha máxima da comunicação social:

“QUEM DETÉM A INFORMAÇÃO, DETÉM O PODER”

Como você não tinha máquina e a outra pessoa sim, vc não tem nada contra, nenhum trunfo na manga e se fode. Só pode aceitar calado. Pode até pedir que te enviem as outras fotos, mas invariavelmente em todas você vai estar com o tal aspecto de Cream-Cracker com hepatite, pq já foram devidamente filtradas e adaptadas ao tom de pele do manda-chuva.

Portanto, o conselho que eu tenho pra te dar é: TIRE FOTOS. Sempre. Se acabou a pilha da máquina, TIRA COM O CELULAR, meu filho! Tira com o celular dos outros, tira com o cu, whatever – vc PRECISA de uma prova pra chantagear! Porque aí, quando aparecer a tal fotinha ilustrando o Orkut da querida, vc mete tb a sua fotinha de celular, sem nenhum caprichoe totalmente adaptada pra vc!

A pessoa, desesperada, vai pedir pra tirar. E vc,radiante, vai poder dizer: “Tiro essa se vc tirar a que tá no seu álbum”. E as duas vão tirar e viver felizes prasempre… Sem nenhum registro da noite fatídica, como se ela jamais tivesse acontecido.

Agora, a única saída, única MESMOOO, se a coisa já aconteceu e vc NÃO TEM o que fazer… É um semi-golpe baixo.

Entre no álbum, se veja e comente uma das variáveis abaixo:

“Meu Deus! Q q aconteceu com a foto? Cheia de efeitos! hahahaha”

“Ai, cara, ficou lindo o seu nariz! Vc usou pincel de clonagem ou aquele band-aidinho do Photoshop? Me ensina?”

“Nossa! Adorei o filtro amarelo que vc usou! Sumiram todas as suas espinhas!”

“Cara, vc AHASOU no PhSh! Só conserta ali que ficou um esfumaçadinho aparecendo na banhinha embaixo do seu braço esquerdo!”

E por aí vai.

E tenho dito.

Bjoscomentem!

Carol

O Curioso Caso da Xuxa no Twitter

Está na coluna do Mauricio Stycer e na boca de geral por aí a desastrada aventura de Xuxa pelo Twitter.

Opiniões das mais diversas pronunciadas aos quatro ventos, também vou dar a minha. Vai que pega um sudoeste e se dá bem.

Não sou contra e nem a favor da Xuxa. Muito pelo contrário – hahahauohaua! Pra mim, ela, no Twitter ou fora dele, não fede e nem cheira. Verdade que muitas vezes eu tenho vontade de me estrangular enquanto sou obrigada a ouvir XSPB duas mil vezes seguidas, pois tenho uma filha de três anos; mas, fora isso, nada a declarar.

Aí a criatura entra no Twitter e começa a digitar em caixa alta. E todo mundo começa a fazer piada e explicar que ela está gritando e tal.

Digitar em caixa alta ME incomoda. Muito. E deve incomodar a uma porrada de gente, tb.

Pois então, se ME incomoda, eu que a deixe de seguir, né?  Pq ela tem todo o direito de escrever “na caixa que quiser”, #vamoscombinar. Haouoauha!

Então aí mora a primeira coisa que eu não entendi na história: pq diabos nego caiu de pau em cima da caixa alta da mulher? Deixa a “pobre” escrever do JEITINHO DELA, caralho… Mesmo que ele, na verdade, não tenha nada de INHO.

A coisa seguiu com uma enxurrada de erros ortográficos que a “Rainha” cometeu. Gente. Erros de português ME incomodam. Muito. Mas, de novo, até aí, um simples clique no unfollow e resolvida a situação.

Lógico que na prática a coisa não foi bem assim, e neguim, mais uma vez, caiu de ponta pé em cima da “pobre”. Inclusive algumas celebs e personalidades “zombeteiras” que, aliás,  NÃO estão com a bola do português em dia tão cheia quanto pensam, mas blz…

Daí pergunto eu: a Xuxa assinou algum contrato, em algum lugar, em que tenha se comprometido com a língua culta? Alguma vez, na carreira dela, ela teve, em algum momento, algum cargo de professora ou algo que o valha? Não, né. “Ah, pq ela ensina crianças, tinha que se comprometer e não pode se expor com barbarismos assim…”…Uff… Menos, gente, menos. Tenho uma filha e o que eu MENOS espero é que a Xuxa a ensine a ler e escrever, pelamordeDeus. E mais, outros mil artistas erram até MAIS do que ela e estão aí, tuitando adoidado e nego ama.

Ninguém está falando que a Xuxa deva ser amada, da mesma forma que ela pode digitar em caixa alta o quanto quiser, a gente pode odiá-la o quanto quiser, tb… mas, se odiamos, pra que seguir?

É fato que exageraram. Muito. Isso pq eu não esmiucei e não fui atrás do que falaram pra ela no Twitter… Mas a gente sabe que coisas lindas não devem ter sido. Até pq, no Twitter, vc corre mto mais riscos de ser percebido e levar um RT com uma piada baixa do que “pagando pau” pra musa dos baixinhos.

Da mesma forma, a Sasha foi escrever alguma coisa e saiu “sena”.

Nessa, eu dou um RT @christianpior – A menina tem 11 anos, gente. Menos.

Mas já era tarde, e imagino quanta merda não foi mandada pra Xuxa. Que acabou metendo os pés pelas mãos, mandando o lance da “Minha filha foi alfabetizada em inglês” e o que quer que seja, que não faz o menor sentido, foi desnecessário e ainda saiu de arrogante na parada; disse que ninguém merece falar com ela e com o anjo dela e foi-se.

Agora, acabei de ler isso: http://307.to/bCM

“A famosa apresentadora de programas infantis Xuxa, nascida Maria da Graça Meneghel, entrou com um processo hoje dia 26 de agosto contra o serviço de rede social Twitter. O motivo, segundo ela, foi a ocasião de ofensa moral, difamação e ameaça verbal contra ela e sua filha, Sasha Meneghel.

Em nota oficial vinda da assessoria de imprensa de Xuxa, foi divulgado que uma das propostas imediatas é “retirar todo o conteúdo e referêcias ofensivas e difamatórias contra Xuxa e Sasha, e o congelamento do serviço no Brasil até então”.

O incidente tomou forma desde o dia 3 de agosto, dia em que a apresentadora lançou seu perfil na rede social Twitter; Xuxa colocou mensagens sobre temas pessoais ao longo do tempo, esses postos com gramática pobre. Ao ser notificada pelos seguidores de seus erros ortográficos, a apresentadora seguia se justificando, porém cometendo novas gafes. O ocorrido culminou quando Xuxa deixou que sua filha Sasha fizesse uma postagem no serviço; nela, Sasha descreveu que estaria para filmar uma “sena” com uma cobra. Nisso surgiu uma enxurrada de comentários maldosos que questionavam a habilidade linguística e intelectual das duas.

Ao ser contatada pela reportagem do jornal GloboNews, Xuxa foi breve: “Não permitirei que mexam com a honra de minha filha. Ou essa coisa nojenta, esse Twitter acaba, ou meus advogados vão proibir essa barbaridade.”

Não será a primeira vez que um recurso da internet é censurado no Brasil; a última ocasião foi quando o portal de vídeos Youtube foi banido da rede por uma ação judicial movida pela também apresentadora Daniela Cicarelli, por um vídeo indevido filmado dela colocando em prática cenas de sexo na praia.

César Dutra Maia, advogado principal da causa contra o Twitter, diz: “Iremos até o final para punir os responsáveis pela afronta e difamação, mesmo que isso signifique punir individualmente os criminosos através do rastreamento de seus usuários.””

E eu não apurei e nem chequei a veracidade, mas me parece absolutamente nonsense. * de fato, tudo o que aparece no site é brincadeira. Menos mal.

Pq, diferente do caso da Cicarelli, em que ela foi filmada sem saber, eo filme foi postado no Youtube sem autorização, no Twitter a própria pessoa é quem abre a conta e escreve o que quiser.

E daí, o recado vai pra Xuxa:

Realmente, o Twitter é um canal novo e dá um feedback instantâneo e tão potente que ela, provavelmente, não estava pronta pra receber. Como ninguém, mas NINGUÉM mesmo, consegue agradar a gregos e troianos, não sei exatamente em que momento ela pensou que seria recebida somente por um mar de rosas. Era muito óbvio que viriam pedras tb.

A pergunta que fica é:  se não estava disposta a ouvir, se não gostou do que estava lendo, se não tinha cacife pra segurar a batata, então POR QUE:

a) Não configurou a conta somente para usuários permitidos;

b) Colocou a Sasha pra escrever (serviços como Twitter, Orkut e Facebook são, em sua maioria, para maiores de 18);

c) Não fechou logo a porra da conta?

Minha Filosofia de Privada – Pensei Enquanto Caguei…

… Que aqueles desenhos nas bundas das calcinhas só podem ter uma explicação: é pro olho do cu ver. O_O
Mas enfim alguém pensou neles, né? Pobres, os olhos que nada vêem. Os orifícios mais biologicamente desgraçados do mundo, que não têm NADA, mas NADA de glamour. Nada.
Os cus.

calcinha21

Meu cu, então, é feliz, pq sou adepta irrevogável das ditas calcinhas. Amo amo amo amo.

Pessoas! Este blog deve 70 visitas ontem! E TRÊS comentários.

Onde está a justiça, meu Deooooooooooooooooooooooos?????

HAOUOAOUAOHAUOAUHAUO!

bJOCAS!

Eu Vi Uma Folhinha na Careca do Vovô

Hoje acordei saudosa.

Há algum tempo (na época que eu escrevi esta história esse tempo era presente, mas várias formatações do meu HD e do site onde eu postava minhas merdas me fizeram perder um acervo enorme. Reescrevendo, o tempo vira um pretérito pra lá de saudoso!), eu estagiava no centro do Rio, em um jornal que já teve seus tempos áureos. Morando em Niterói, saía daqui às 7 da matina, passava em uma birosca perto do ponto e comprava um italiano* e uma latinha de refrigerante ou chá gelado – dependia do jantar de “ontem” -, e subia no ônibus com o salgado ainda fresquinho. Sentava naqueles bancões altos, os últimos antes do trocador, abria o pacotinho e saboreava aquele salgado maravilhoso, iguaria pé-sujo sem igual. Depois, bebericava o líquido da latinha atéeeee… Até acabar.

Enquanto o ônibus estava vazio, ia bem no meião do banco. À medida em que enchia, ia bundeando pro lado do corredor (devido ao tamanho da circunferência das minhas ANCAS, odeio ficar presa na janela dos ônibus, aviões e afins: a sensação de esfregar o fiofó na cara do pobre coitado vizinho é deprimente demais).

Invariavelmente, o ônibus enchia demais, assim como as ruas, e eu demorava aproximadamente duas horas pra chegar ao jornal. Não vou dizer que isso não poderia ser evitado, poderia sim, era só eu ir de barca: em menos de uma hora, já estaria lá.

Só que eu adoraaava ir de ônibus! Aquele ritual de comprar italiano e latinha e depois aquela sonolência, aquele solzinho da manhã e o ventinho gelado no rosto me embebedavam e eu ia, durante todo o caminho, pensando na vida, meio dormindo, meio acordada…

No primeiro trecho – quando tinha engarrafamento demais e o ônibus não podia deslizar tranquilo pra amortecer meus sentidos -, até a ponte, eu ia pensando. No segundo, da ponte em diante, eu era embalada pela velocidade e o vento e dormia meus 40 minutos mais preciosos de cada dia.

Nesse dia não ia ser diferente. Estava ainda no primeiro trecho. Pensava, pra ser exata, no motivo que levava os fabricantes de absorventes a ainda fabricarem absorventes sem abas, já que nem uma indivídua que conheço os compra. Elaborei mil hipóteses, pesquisei mentalmente os preços, lembrei de algumas coisas que precisava comprar. Iria seguir minha amada salve-salve rotina diária, em poucos minutos o vagar dos pensamentos me fariam dormir.

Masssss, na Alameda (um trecho que sempre engarrafa e sempre entram milhares de pessoas nos ônibus), entrou uma porrada de gente. Entre essas gentes, um senhor careca. Careca daqueles que o cocoruto reluz, e só tem um bambolêzim de cabelos circundando o topo da nuca e acima das orelhas, tal e qual aquela coroinha de folhas que os gregos (eram os gregos?) usavam.

Eu nem teria reparado nesses detalhes todos, mas ele se sentou bem na minha frente. E, como sabemos, nossos olhos são scanners, capturam e analisam toda e qualquer imagem. Se estiver tudo certo, eles liberam o movimento pra onde você quiser olhar, mas, se NÃO estiver tudo certo, fodeu, os dois bichinhos se trancam na direção do erro e, puta merda, nem toda a educação do mundo consegue destravá-los! Tenta tirar os olhos de uma pessoa de peruca, ou com a calça furada, ou com batom no dente, ou com mó remelão e vê se consegue!

Então, meus olhos estavam prestes a liberar o careca do processo, chegaram até a dar uma destravadinha e olhar pro outro lado, mas voltaram. Identificaram algo.

No meio daquela careca lisiiiinha e mais brilhante que uma bola de boliche, aquele aeroporto de mosquito perfeito, assim, como quem não quer nada… Jazia uma folhinha. Uma folhinha. Tá pra existir coisa mais inocente do que uma folhinha daquele tamanho. Pequenina e verde. Bem verde. Bem pequenina.

Bom, certamente alguns vão pensar:”Tá, mas e daí?”

E eu vou responder: experimente VOCÊ ficar confinado num ônibus por mais de uma hora na frente de um careca com uma folha no meio da cabeça.

Te digo de antemão: maluco, NÃO DÁ. O cérebro fica em constante desequilíbrio, processando o tempo todo que algo está errado. Vira uma TORTURAAAAAAA.

A folhinha adqüire rapidamente voz de desenho animado. Formiga Atômica total. E berra: “NANANÁAAANAAA, VOCÊ NÃO ME PEGAAAAA!”, e te tortura, e te tortura, e que tortura. Não acaba nunca.

Pronto. Minha rotininha alterada. Cacete. Não consegui pensar mais, com aquela folhinha desgraçada me testando. Não consegui dormir, coma aquela folhinha me gritando. Pra falar a verdade, meus olhos não saíram da folhinha nem um segundo.

E o careca passava a mão pra lá, passava a mão pra cá, tipo “penteando os cabelos”, em TOOOODOS os lugares da careca, menos na folhinha. E a cada vez eu gritava por dentro:”MAIS PRA DIREEEEEEEEEEITA!!!! MAIS PRA DIREEEEEEEEEEEITA!!! A FOLHINHA TÁ MAIS PRA DIREEEEEEEITA!!!”

Ele, é claro, não ouvia.

Quando chegamos ao centro do Rio, eu já tava suando frio de nervoso. Minhas mãos tremiam, minha boca seca, a latinha amassada como se fosse um copo descartável. Minha perna balançava sozinha e acho que o ônibus inteiro percebia que eu tava morrendo ali. A maldita folha sobreviveu a TODOS os ventos, a TODAS as “penteadas de cabelo”, a TODOS os sovacos e barrigas de gente em pé roçando na cabeça do careca. A TODAS as minhas preces e gritos de desespero, a TODOS os meus olhares telepáticos; eu REALMENTE tentei fazer aquela porra de folha flutuar.

Na Leopoldina eu me liguei que já tava chegando perto do meu ponto, que eu precisava relaxar, “só mais cinco minutinhos”.

Quando cheguei no retão que precedia o meu ponto de descida, fui acometida de um alívio quase físico, a felicidade de imaginar que eu ia descer e nunca mais ia olhar aquela folha dos infernos na minha frente. Levantei, meio bamba de emoção, e fiquei lá, em pé, um braço pra cima segurando na barra, encostada na “paredinha” na frente do trocador, esperando o ônibus parar, ao lado da minha poltrona.

Qual não foi a minha surpresa quando o careca levantou também.

Com quinhentos milhões de pontos de ônibus, o homem foi descer ali. Tinha que levantar ali. Tinha que ter alguma coisa pra fazer ali perto. CARALHOOOOOOOO, merda pouca é bobagem. O careca estava ali, de pé na MINHA FRENTE. Uma respiração mais forte minha e eu embaçava o carecão.

Juro que nunca me concentrei tanto em toda a minha vida. Aqueles poucos momentos conseguiram a proeza de serem piores do que toooooda a viagem desde Nikiti. Estava ali, a menos de um metro de mim, aquela folha de uma figa.

Respirei fundo quando o ônibus foi parando, fechei os olhos e pretendia contar até dez pra, quando fosse abrir os olhos de novo, não ver aquela careca com aquela folha quenga ali. Mas logo abri, né, porque iriam me linchar se eu ficasse mais um segundo parada, tinha gente presa lá atrás.

No momento em que abri os olhos de novo, aconteceu.

Do nada, eu juro que foi do nada, involuntariamente, minha mão levantou e deu mó tapão na careca do velhinho. O_O . Eu tenho certeza que a intenção era só tirar a folha, mas foi um tapa tão forte que fez “PAF”. O velhinho, no mínimo assustado, levantou os ombros e afundou a cabeça no pescoço, sabem? Levou a mão à cabeça e foi virando devagarzinho… Até olhar pra mim.

Agora vocês vejam bem. Eu, uma jovem de 1m71 dei um pescoção de fazer dó num velhinho com um terço do meu tamanho e peso, na frente de TODO MUNDO. Num momento desses, o que que você faz? Nega????

Pensando na velocidade de um raio, cheguei a conclusão de que eu podia fazer duas coisas. Ou eu dava um passinho pro lado, fazia cara de desentendida e apontava pra mulher sentada na cadeirfa mais próxima dizendo: “Foi ela, foi ela!”… Ou eu fazia o que eu fiz.

Na hora em que o velhinho parou os olhos em mim, a cara A-P-A-V-O-R-A-D-A, uma expressão de medo, confusão e raiva, tudo junto, eu, muito calmamente, como se nada tivesse acontecido, com a cara mais séria e plácida do mundo, sem tirar o outro braço da barra de ferro, disse:

“- Tinha uma folha na sua careca.”

E, diante da falta total de expressão no rosto do velho (e me borrando de medo de alguém me bater), emendei:

“- Com licença.”

Passei, desci e fui embora.

Fala sério, o que você faria no meu lugar???

A Primeira Cena de Sexo a Gente Nunca Esquece.

Enquanto o Twitter sofria uma crise de identidade hacker hoje de tarde, se achando thechunchk.com; eu estava no Blog do Cróvis e achei isso:

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Esse livro, saibam agora, não é novo… E sim, ele foi a primeira cena de sexo que eu vi na minha vida. Um tanto quanto traumatizante, não?

Lembro que devia ser o livro-polêmica de 1988, 89… Talvez até antes.

Só sei que uma vizinha minha, lá nos cafundós de Jacuecangacity, era psicóloga metida, naqueles tempos, a modernosa; e tinha um quartinho cheio de brinquedos e livros infantis. Tipo, minha memória não me deixa lembrar com clareza, mas ou ela era pedófila, ou era psicóloga infantil. A lógica me faz crer que não era a primeira opção, visto que ela era amiga da minha mãe, e que eu estava naquele quartinho cheio de cubos de madeira,material dourado, livros coloridos e uma mesa de escritório com conhecimento da minha mãe, enquanto ela conversava na cozinha com a tal amiga.

Depois de brincar com os trenzinhos, os cubos, as peças de encaixar, os Legos e tudo o mais, a serzinha de então 8 pra 9 anos, decidiu ler. A última opção na sala de brinquedos.

Sentei no chão, peguei ESTE livro e abri.

Me lembro como se fosse hoje do susto que tomei. O mundo inteiro parou, e foi a primeira vez na vida que senti aquele misto de empolgação, medo, susto e  repugnância de uma vez só… mais ou menos o mesmo que a gente sente na primeira vez em que pega no… “membro”… haohaouhoa… de um cara e vê  aquela coisa feia, esquisita, totalmente alheia e sabe, SENTE, no fundo do coração, que aquele estranho objeto vai, infelizmente, fazer parte de nossas vidas para sempre…

Na primeira página, achei bonitinho, me lembro. Parecia com todos os outros livros que eu já tinha lido ali. Até virar a página e ver que o casal estava, de repente, pelado, e que ele tinha um boneco Gonzo pendurado no lugar da perereca.

E que o Gonzo tinha vida própria. Se transformava num “gancho-para-casacos-molhados” animado e, muito deliberadamente, entrava na coisa da mulher pra fazer algo que eu hoje reconheceria como o “bundalelê do carangueijinho”, em termos de ilustração do quão nonsense aquilo me pareceu.

Mais à frente, o cara deitava a mulher e, na figura seguinte, o “piupiu” – ôoo mente inocente – do cara, não feliz de já estar naquele lugar, enche um balão de festa na barriga dela.

A bizzarrice só ia aumentando: é DESSE balão de festa que nascem OS BEBÊS! Que viagem, cara! Os dois peladões, e um bebê dentro do balão rosa!

Quando eu achava que não podia ficar pior, descubro que a criança passaria pelo mesmo buraco que entrou. Fiquei estupefata, e nessa hora eu larguei o livro e olhei pra frente, pro nada, sabem?

Pensei um segundo comigo e processei: “Será que eu saí de lá assim?”,  me cheirei e comecei a sentir náuseas.

Nesse momento, minha mãe abriu a porta do quarto, pra me buscar, mepegando com a boca na butija. O sorriso no rosto dela desapareceu por completo qdo perguntei se ela sabia que o papai tinha posto o piru na perereca dela, e ela olhou pras minhas mãos e viu o tal livro.

Ela olhou de relance para a amiga, que fez cara de “paciência” – pq essa amiga era filha da puta, mesmo; não era a primeira vez que uma “coincidência” dessas acontecia na minha educação -, entrou no quarto e me arrancou de lá.

Eu não entendi nada,e tb não me lembro de mto papo sobre aquilo. Só sei que passei ANOS apavorada com a possibilidade do Reginaldo Rossi meter o bilau na minha margarida – haouahaoua – e ABOMINO homem com um pequeno MAPA DO BRASIL encaracolado no meio do peito. Puta merda.

Enfim.

Uma coisa interessante é que não tenho a menor idéia se o livro era em português ou alemão, mas entendi TUDO. Houaahuouao!

Gente, perdoem, os milhões de erros! Postei com Isabela no colo querendo ver “Iaiaô” no Youtube! Depois reviso direito!

Coisas q não combinam com pobre(porque não entendem,não conseguem usar ou assimilar…)

… Postadas no Twitter por @santoEvandro.

1-Peças de roupa brancas. Ou acessórios brancos.

Réplica minha: O QUÊEEEEEEE?? Discordo totalmenteeeeeee!!! Pobre AMA branco!
(com licença poética)

Os pobre ADOOOOOURA colocar um jeans cRaro, bem azul céu, estonado dos pé até os botão, de gasto; bRusa vermelha com dragões, dizeres IMENSOS pretos, azuis e amarelos e, no pé, o que? Tênis. BRANCOS, enormes, com uma listra verde ou vermelha de cada lado, logotipo, whatever.

Aí fica o jeans por dentro do tênis enorme, a língua do bicho arfando pra fora e se acham lindos.

Já AAAAS pobre… Elas ADOOOOURA um BRIM-STRECH branco. Adoura. Um número menos que elas, não importa o quão disforme sejam. A calça ATOOOOOOCHA as NÁDIGA, é BAIXA que dá pra ver os pentelho rapado ali perto dos imbigo, e transparente o suficiente pra gente ver uma tanguinha mínima, de 2 real, VINHO.

Nos pés, saltão de acrílico enooooourme, tipo um andaime, merrrmo.

Agora, a blusa, depende da pobre.

Se for pobre mais velha, a blusa já pode ser mais comportada.

Se for pobre COCÓTA, não importa o corpo, se tá podendo ou não, é um top. Mínimo, minúsculo e… branco. Que pode revelar um corpo do cacete – que tem umas que, puta que pariu, muita atriz com todos os tratamentos estéticos da humanidade não chegam a ter um corpo ESCULPIDO daqueles, barriga CHAPAAADA e peitos duros que só – ou um corpo escaralhado, uma barriga gêmea do Jaba; estrias que lembram o agreste nordestino e, nos peitos gigantescos, os mamilos enourrrmes e negros como a noiteee – pradoxalmente, emoldurados por pentelhos tão enormes que lembram os raios do sol.

O acessório é, logicamente, uma bolsa plástica de verniz branca. E strass pra todo lado. Assim que tchutchuca vai pra night, santoEvandro!

2-Muitos talheres na mesa…se confundem,trocam a colher de sopa pela sobremesa ,não entendem o talher do peixe…

Essa eu concordo. Mas essa é uma questão que… Eu devo ter alma de pobre, mesmo. Pq fico perdidinha com mais de dois talheres na mesa, gente.

3-champanhe boa… Para eles o legal é a doce(Cidra véia de guerra) Um amigo meu,muito pobre falou que a Moet Chandom tinha gosto de mijo.

Mais uma que é um atestado de pobre – e de gorda. De pobre gorda – , pra mim. Odeio qq coisa que não seja doce. Meu vinho preferido é COUNTRY WINE e custa CINCO REAL. Hahauoauuao! Agora a bomba: MEU MARIDO É CHILENO. Sente o drama.

4-Filme com legenda… Pobre parece drag,ama uma dublagem. E assiste pela milésima vez,na “Grobo” Titanic dublado,Missão Impossível…

Essa eu tb concordo. Mas é cRaro, eles não sabem:

1 – Ler

2 – inglês

Que dirá LER EM PORTUGUÊS enquanto escutam em INGLÊS?

5-Terno e gravata… Começam a suar,a arrumar a gravata toda hora ,a abrir e fechar as pernas,um horror! E a cara de segurança q eles ficam?

Concordo. Mas pra que pobre tem que usar terno e gravata, porra? Só a gravata já dá mais que o salário mensal deles, coitados… E gravata da Renner…

6-Coque! Mulher pobre odeia o clássico coque Elas amam os cabelos selvagens,caindo em cascatas e com muitos efeitos… Pobre odeia o clean.

Ah! Essa eu respondi no twitter, mas aquela bagaça é tão curta que não consigo me expressar.

Nada a ver, cara. Pobre ADORA o clean. Adora tanto que lasca 3kg de Kolene, passa a escova REENTE, prende tão apertado que as sobrancelhas lembram a Elza Soares, passam a escova na juba toda e, aquilo empapado de “creme rinse”,fazem um “cacho” só, que goteja na blusa até o meio-dia. Clean até não poder mais.”

Assim. Bem crín.

7-Musica baixa e de bom gosto no carro. È sempre um funk ordinário,um pagode tristonho,um forró doentio. Nunca um Jazz,um Blues ,uma ópera.

Aaaaah, essa é a que eu mais concordo no mundo! Se bem que tem playboys seguindo essa linha, tb…

Anyway, nem precisava ser ópera, jazz… Mas qq coisa sem ser pagode, funk ou forró “áaaau” já servia…

O problema é que os pobres com mais… Bom gosto… escutam é “Agepê”, “Alcione”… Jesus, me abana.

Ai, tá. Fui!

* Não me levem tão a sério, futuros críticos. Sou pobre tb. Mas sou limpinha.

Blog Transferidooooooooooooooo!!!!

Cês viram, gente??  Consegui colocar o filosofando TODOOO aqui!!!!!!!!!!!!!

Aleluiaaaaaaaaa!!!!!!!!!

Ex-BBB Ana Carolina é BARRADAAA por Priscilla em Lançamento da Playboy!

Ana Carolina e Priscila Pires - Nota - Divulg- Globo- AgNews

A ex-BBB Ana Carolina marca sua estreia como repórter do quadro Repórter Especial do TV Fama, da RedeTV!, já com uma matéria que promete dar o que falar. A jovem foi barrada, quando tentava entrevistar Priscila Pires, sua ex-colega de reality show.

Na noite de terça-feira (4), a morena estava na Livraria Saraiva Mega Store, do Shopping Ibirapuera, em São Paulo, para autografar a sua Playboy. Quando viu Ana Carolina, Priscila simplesmente se recusou a falar com ela.

Não acreditando na saia justa que acabou passando, a loira usou seu miniblog para desabafar com os fãs e contar o que realmente ocorreu. Ela explicou que, para evitar qualquer tipo de constrangimento – as duas não eram grandes amigas dentro do programa –, resolveu ligar antes para Priscila.

“Eu fui com boa intenção. Sério, não queria confusão, só fazer o meu trabalho. Eu até liguei pra ela, avisando que iria. Ela disse pra eu não ir, porque não me daria uma entrevista”.

Entretanto, lá foi Ana Carolina para a livraria, cumprir sua agenda profissional. Assim que chegou e foi barrada, a repórter contou que o público presente começou a gritar seu nome.

“A Priscila estava tendo um ataque, porque o povo gritava o meu nome. Todos berrando ‘Ana, entra’. Que situação para a Priscila! Estragou a noite dela”.

Sobre toda essa confusão, Ana Carolina garante que não se abalou e soube levar tudo na esportiva. Já sobre o comportamento de Priscila, ela alfineta:

“Isso só vai reverter contra ela. Se ela não tiver conteúdo, o que vai fazer depois, se já mostrou tudo? Não esperava que ela viesse rindo, mas que fosse profissional. A pessoa tem que mostrar mais que um corpo bonito. Ela deveria ser mais humilde. Que coisa feia! Ela não é melhor que ninguém”.

“Falaram que eu fiquei chateada, triste e até chorei. Eu, chorar pela Priscila? Não, né! Foi muito engraçado, me diverti muito”.

A matéria será exibida nesta quarta-feira (5), no TV Fama, da RedeTV!, a partir das 19h50. Vale lembrar que o programa é comandado por outra ex-BBB, Íris Stefanelli”

Fonte: http://www.ofuxico.com.br

http://ofuxico.terra.com.br/materia/noticia/2009/08/05/barraco-ex-bbb-priscila-barra-ana-carolina-em-evento-118911.htm

Agora meu comentário, gentem!

A-D-O-R-E-I!!!!!!! HAUAHUAHUHAUHAAOAAAAAOHAOUAH!

Tá pra nascer ser humano mais chaaaaaaaaaatooo do que esta criatura de mesmo nome que o meu… Ave Maria. Eu juro pra vcs que assinei a Globo.com com sérias esperanças de assistir um estrangulamento ao vivo no Big Brother no meio da madrugada.

Infelizmente, nada aconteceu. Nem mesmo enquanto eles estiveram presos no carro.

Por isso Deus não dá asas à cobra. Se eu estivesse ali, eu daria tanta porrada, mas tanta porrada na Ana, que, por Dioooos, ela nunca mais ousaria vibrar as cordas vocais perto de mim.

Foi beeeem feitíssimo, MEUS PARABÉNS E TOOOOODA A MINHA ADMIRAÇÃO À PRISCILLA! HAHAHAHAHA!

Tá podendoooooooooooo muitoooooooooooo! Amei!


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