Eu.. Sexy e linda!!!

Pq quando o ser humano não tem nada pra postar e tá na neura de atualizar, sai merda. Bom, no meu caso, sai merda de uma maneira ou de outra. UHAUHAUHAUHOAUHO.

Essa foi uma cara muito sexy que eu fiz há cerca de 30 minutos.

Não entendi pq meu nariz saiu totalmente redondo, mas tá beleza.

Fouda-se.

Tenho que escrever muitas coisas ainda hoje, e em breve terei uns links pra botar aqui, de lugares publicando meu trabaio!!!! =]

=***

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Elegância nas Quadras


Carolina Kalil: A PROFISSIONAL DO TÊNIS!!! OUHAuhOUAHouhOUAH

Pra começar, se liguem na adequação da garota ao lugar… Uma quadra de argila, para JOGAR tênis… Calça jeans, camiseta e uns pisantin ultra fashion, meus Rebok (Rebook?) pau-pra-toda-obra… Vê, não cai lindão? Tá perfeito o visual, cara, A esportista… AOihOUHAohAOUHA…

Depois, no detalhe, a pegada… Uma pegada assim, meu filho, tem que NASCER com vc, isso não se aprende, é CLASSE TENÍSTICA… OAHouhOUAHouHOUA… Reparem na posição da raquete… Uma virtuosidade no esporte, people (dá pra reparar que passou MUITO longe da bola, né?).

É que eu jogo tênis e futebol da forma mais difícil.

Sou contra umas coisinhas que instituíram – não sei porque, não deviam, o problema é que não pediram minha opinião. Acertar o gol? Fácil demais, fala sério… Quero ver fazer o que EU faço: na cara do gol, sem sacanagem, a uns 2 metros, enquanto a goleira está ajeitando o sutiã num canto, acertar a trave.

É muito mais difícil acertar a trave. Devia-se ganhar pontos por acertar a trave, não o gol. Isso é injusto.

No tênis, fazer aquela bolinha mínima acertar o meio de uma raquete que tem uns 30 por 20, ah, tenha dó. Isso é coisa pra desocupado (aohOUHAUHUOAHuoHAOUHAUOHAUH, meu marido vai me matar por falar mal de tênis OUAHuohUOHAOUHAUHA). Quero ver acertar aquela bolinha com o lado da raquete. Aí sim, um desafio fe-LO-me-nal. E, como podem ver, era isso que eu estava fazendo. AOUHUOHAUhUOAH

E, pra finalizar, minha cara. Olhem minha cara. Sem comentários.

Anna Kournikova que se cuide, rapá, tô na área. Aliás, Anna Kournikova é uma idiota, SERENA WILLIAMS que tome cuidado, meu filho, Carol Kalil é promessa mundial!!!

OUHAOUHAOUHAUHAUOHAUOHAUOHUOAHOUA

INTELECTUAL? NÃO, EU SOU BANAL!

Gente, esse texto está postado no Overmundo . Se quiserem me dar uma força, estou postando mais textos lá, tentando re-divulgar meu trabalho… Quem se interessar pelo site, administrado por ninguém menos que Hermano Vianna, pode entrar, se cadastrar e comentar meus textos por lá também. não linquei meu blog lá ainda, mas em breve vou, assim que tiver mais material por aqui. =]

Eu nunca li Kafka. Não consegui terminar nem “Romeu e Julieta” em prosa, me cansou. Larguei a faculdade de filosofia logo no primeiro semestre, não porque não gostasse, mas porque com 16 anos entrar no IFCS – Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ , e ver aquele MONTE de gente em transes filosóficos e viagens terrivelmente psicodélicas e barbas, cabelos, bigodes – em MENINAS, leia-se bem -, e metafísica, e falar sobre o “ser e o nada” e coisa e tal me apavorou. Odeio palavras muito difíceis e detesto gente que insiste em usá-las como maneira de aparentar mais cultura. Isso me aflige, me dá nervoso no fundo da alma. Zilhares de futuros filósofos achando o máximo o tal do “o que seria de mim se eu não existisse?”, mas na verdade sem entender bulhufas. Também não entendo muito bem esses “artistas” conceituais, esses “sons” que não são sons de nada, na verdade… Eu não gosto muito de intelectualidade forçada, não.

Um arame retorcido, para mim, sempre será um arame retorcido. Não encontro significado nenhum e não consigo ler nas “entrelinhas” da obra o estado de espírito do artista plástico. Não entendo a maioria das “obras de arte” gigantes que vejo pelas ruas, essas que colocam nas praças… Sei lá, tipo um arco de ferro com um pino gigante, ou vários quadrados empilhados… Não entendo e ainda acho perigoso, pois se alguém tropeça e cai ali, morre com uma quina de um dos quadrados cravada na testa. Vejo uma “escultura” dessas com os mesmos olhos com que vejo um escorregador num parquinho, sendo o escorregador muito mais divertido, cRaro.

Minhas questões sempre foram mais práticas e mais válidas. Por exemplo, a grande dúvida da minha vida, durante aaaanos, foi saber o motivo de o Seu Madruga jamais ter dado uma basta nos tapas sem nenhuma razão da Dona Florinda. Entre outras. Por que diabos a Xuxa saía de uma nave espacial, ela era alienígena? Como, de que maneira, meu Deus, fazer gelatina sem aquela casquinha nojenta no fundo? E por que, se todo mundo queria só o recheio dos biscoitos, não faziam um pacote só de recheio? E por que, de que maneira, de que forma, OLHAR purpurina me dá uma sensação tão boa?

Artista, pra mim, é o carinha que fica fazendo aqueles desenhos alucinantes com latinhas de spray e pratos em cartolinas… É o outro na praia de Ipanema que faz mini-filmadoras, toda sorte de objetos desse tipo em miniatura com ARAME, vejam só… Ou o carinha láaa em Valparaíso, no Chile, que faz bonequinhos de todas as formas com PREGOS, porcas e parafusos… Um bonequinho sentado na privada lendo jornal, feito de um parafuso, três porcas, dois pregos e um pedacinho de lata. Isso pra mim é arte.

Inteligente, pra mim, é aquele que não força uma tendência, que não tenta ser mais do que é, que não fala sobre coisas sobre as quais não sabe. Que não finge, que não inventa viagens pra fazer o ouvinte se perder e assim “ganhar” o debate. Isso não cola comigo. Isso não me serve. Inteligente é o cara que fala menos e mais simples e explica mais coisas. Taí. É exatamente isso: explica, não complica.

E, bom, essa volta toda foi pra “responder” a um comentário que deixaram no “PIREX, LASANHEX, PORCALHEX”, o primeiro texto que publiquei aqui no Overmundo. Simplesmente escolhi o texto mais ridículo, em termos de conteúdo – aliás, como a maioria dos meus textos – pra estrear. E alguém comentou que não havia nada, absolutamente nada de informação nele, que era merda, mas que tinha que confessar que riu muito lendo. E eu não poderia querer melhor elogio!!! =]

Praticamente TUDO que escrevo é composto da mesma coisa: NADA. E o que há de melhor pra mim é saber que alguém se divertiu lendo minhas merdas. =]

Sobre assuntos relevantes, eu não sei falar nada por dizer… Então eu escuto.

PobRema de Insônia Urinária

Tá começando a ficar chata essa história, já.

Não bastasse eu parecer uma tartaruga virada quando estou deitada e ter um trabalho ABSURDO pra me levantar da cama, que é baixa, esse lance de acordar mil vezes por noite pra fazer xixi tá me deixando SERIAMENTE aborrecida. Sem contar que está colocando a vida da minha família em risco.

Pois bem.

Eu acordo e não abro os olhos, vou tateando até o banheiro, onde não acendo a luz, sento na privada, faço xixi, me seco, erro a lixeira e invariavelmente jogo o papel no chão, levanto de olhos fechados ainda e volto pra cama. Tudo assim, às cegas e automático, pq senão perco o sono.

Semana passada quase sentei na minha vó.

Tadinha.

A bichinha faz o mesmo esquema que eu. Vai de olho fechado se arrastando até o banheiro, senta, faz xixi… luz apagada, mó silêncio.

E eu fui.

Mas ela já tava lá.

Abaixei e quaaaaaase sentei nela. Deus me perdoe. Graças a Deus ela fez um barulho. E eu levei um puta susto e dei um pulo.

Eu poderia tê-la matado facilmente.

Imagino que o que ela viu tenha se assemelhado muito à imagem que um atropelado vê segundos antes de uma betoneira passar por cima dele.

Minha vó, santa mulher.

Mas não fosse isso, ontem fiz pior.

E eu acho que a Van tem influência macumbística direta nisso, pq estávamos conversando há alguns dias JUSTAMENTE sobre esse assunto.

Só que comigo foi ao contrário.

Enquanto o marido dela levanta a “tampa furada” do vaso e a bichinha vai dormindo e senta ali naquela superfície fria, fina e invariavelmente mijada, ficando momentaneamente entalada e com a bunda a centímetros da água, aqui em casa algum filho da puta fez o contrário. Abaixaram a tampa do vaso. A tampa sem buraco. A tampa que tem aquela capinha com estampas de conchas e estrelas do mar que comprei na Leader Magazine.

Fui eu, dormindo, bolinhística e meio zumbimente caminhando, olhos fechados, baixei as calças do pijama – que por sinal tem uma mancha de tinta de cabelo BEM no rego, dando a impressão de que estou constantemente cagada -, sentei.

Antes que o chegasse ao cérebro o aviso da bunda de que a superfície em contato com as nádegas era aveludada e que de fato havia uma parte plana onde deveria haver um buraco, a necessidade fisiológica aconteceu. Comecei a fazer xixi. Eu não sei, mas começo a desconfiar que as trasmissões neurais das grávidas ficam seriamente afetadas.

E, bem, até chegar à uretra o aviso do cérebro “PÁRA DE MIJAR, ALGO NÃO ESTÁ CERTO”, uns 3 segundos se passaram. Ou menos, mas nunca vi o tempo passar tão devagar.

Nunca fiz tanto xixi num prazo tão curto de tempo.

Já desolada, abri a tampa, terminei o que tinha começado… E abri os olhos, tirei a capa, fui lavar… Isso 3 da manhã.

O sono se foi.

Visitei a gelatina, os cream-crackers, as bananas, o leite, bati um papo curto mas significativo com cada umd esses elementos da alimentação. Tudo isso fugindo do resto de torta de limão que ainda se encontra na geladeira.

Pelo menos nisso eu venci.

Fui dormir às 6 da matina VENCEDORAAAAA, pq nem doce de abóbora, nem torta de limão, nem porra nenhuma que não deveria entrar aqui nesse corpitcho de pelota entraram.

Há males que vêm para bem.

Perdi a inspiração, tchau, vou fazer xixi.

My name is Kalil, Bolinha Kalil

Hoje tomei um susto. Eu sabia que minha barriga estava grande, tinha noção que havia um ser de 31 cm dentro dela… Mas não tinha IDÉIA, não estava NEM UM POUCO preparada para ver o que vi.

Antes de explicar, vale a pena dizer que não é raro aconteceram coisas assim comigo.

Há dois verões, por exemplo, lembro como se fosse hoje… Eu tava de dreads ainda… Looooiroooos… Até a cintura – é, eu tinha uma cintura…. Eu tava acampando, quase não comia pq passava o dia INTEIROOO fazendo trilhas e mergulhando… E não tinha espelho, cRaro, no camping…

Então, certo dia fui almoçar num restaurante a kilo…

Enquanto eu tava na fila com o prato na mão, olhei de relance pro lado direito e vi, a uns 4 metros de mim, uma mulher MUITO GATAAAA, loiríssima e bronzeadérrima… De top de bikini e short.

Cá pra nós, quando a mulher é muito gata, eu olho. Descaradamente. Por inveja, por admiração, foda-se, eu olho. Nada de lesbianismo nisso, pra deixar bem claro. Na maioria das vezes eu acho 3 defeitos, todos contornáveis e menos piores do que os meus, mas tudo isso faz parte do processo de aceitação da vaidade feminina.

Aí eu comentei com uma amiga que tava do lado: “Cara, eu dava tuuudo pra estar com aquela cor e aquele cabelo…”.

Minha amiga olhou bem pra minha cara e perguntou se eu tinha posto as lentes (de contato, eu sou míope) depois do mergulho. Não, eu não havia posto. Ela começou a rir. “Vc está falando daquela menina de dreads ali?”, disse, apontando.

Aí olhei de novo. Surpreendentemente, o bikini tinha a mesma estampa do meu. Fiquei curiosa e estarrecida… E só pelo fato de ser outra loira de dreads – coisa não muito simples de encontrar pelas ruas do Brasil – , eu devia ter percebido que havia algo peculiar…

Foi só quando olhei pra “amiga” desse “gata” que me dei conta. A amiga dela era a cara da minha amiga.

Sacaram, né?

Um imenso espelho decorativo na parede do restaurante, todo adornado com peixes e coisas do mar… Lindo espelho, por sinal, com uns 5 metros de extensão…

A cena não poderia ter sido mais ridícula…

Manjam aqueles filmes, tipo que o cara acorda depois de 40 anos de um coma profundo e se vê no espelho… Faz aquela cara perplexa… Vai se aproximando… Toca o próprio rosto…

HAOUHAUOHAUOHAUOHUOAHOUAHOUA

Foi basicamente igual, sendo que eu estava num restaurante LOTADO e nunca nem desmaiei direito na vida.

OUHAOUHAOUHAOUHAOUHAOUHA

Depois que me dei conta que era eu, fiquei toda boba… Afinal, 15 dias na praia acampando, fazendo trilha, mergulhando, tentando pegar onda, comendo mamão e tomando água, POOOOURRRA, é praticamente um eco-spa… Ai, ai… Barriga sequinha… Embora cheia de merda, pq banheiro de camping faz meu cu virar umbigo, como diria minha companheira de barrigância Fabi, minha barriga, ainda assim, tava invejável. Qualquer dia escrevo sobre meus métodos para defecar com sucesso em banheiro pútridos.

Aí corta pra hoje.

Estava eu, com meu digníssimo noivo, andando pelo Plaza Shopping.

Duas lojas seguidas fecharam, então dentro tava tudo escuro e as vitrines viraram espelhos pra quem anda pelos corredores do shopping. Passando por ali, perto da C&A, olhei de relance e vi uma mulher, REDONDA, OBESA, caminhando. Pensei comigo, “nossa, essa deve estar pra parir a qualquer momento… Como ela consegue andar com esta barriga??”…

Instintivamente, lembrando do “incidente” do restaurante em Trindade, olhei pra quem tava ao lado dela. Era o Pablo (meu noivo).

BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!

ouhaouhaouhaouhauohauohouahouahauhouahouahoua
oauhouahouahouhaouhaouhaouhaouhaouhaouhaouhaouhaouhaouh

Sinceramente, eu não sabia se ria ou chorava. Não tinha me dado conta, até então, do tamanho COLOSSAL que atingi, a uma semana de completar seis meses de gravidez. Puta que pariu. E imagina se eu não estivesse de dieta…

De uma hora pra outra se justificaram o apelido e todas as brincadeiras que Pablo faz comigo agora.

Por exemplo, quando eu estou andando ao lado dele, ele finge estar “rolando” uma bola gigante pelo chão. Ha-ha-ha. Achava muito engraçadinho. E, por chamar Isabela – minha neném – de Belinha, ele achou um modo ABSURDO de pentelhar: me chama de Bolinha. Belinha e Bolinha. Ha-ha-ha. Muito engraçado. Se não fosse trágico: minha vó aderiu também.

Buaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!

Oh, sim, gravidez, UM MOMENTO ÚNICO! Quando a mulher se sente mais MULHER!!! Quando as fêmeas sentem uma felicidade suprema por desempenharem tal papel fundamental para perpetuar a raça.

¬¬

Eu sou uma jaca.

Depois de hoje… Meu nome é Bolinha Kalil, prazer.

Comprei um violão

Ok.
Então, há mais de 1 ano meu irmão vendeu dois de seus violões e eu fiquei a ver navios.
Sim, pq ele conseguiu a PROEZA de ganhar de Natal há uns anos TRÊEEES violões. E eu ganhei uma merda de um Gabriela Sabattini. Se fuder, eu queria um violão.
Aí, o único que restou fica com ele. Que cu.

Um belo dia – que por coincidência foi hoje, HOUAHUOHAOUHAOUHA -, acordei e decidi que do jeito que tá não dá pra ficar. Não, nada a ver com o violão, é que eu tô dormindo numa cama HORROROOOOOOOOSA e Pablo tá dormindo num colchonete. Agora que assumi minha identidade redonda de 6 meses de gestação, essa cama tava ficando impossível. Então hoje foi a gota d´água. Saímos pra comprar uma cama.

Fui esperta e me dirigi a um brechó, lojinha de móveis usados. Comprei uma cama ótima por 200 contos, coisa que em loja não sairia por menos de 600. Madeiraaaaa, não “compensado-casas-bahia”. Que lindo.

Fiquei felizona.

Aí, pra arrematar o dia com um gesto BONITO, como a cama foi barata, tinha um violão NOVIIIIIIIINHO lá baratinho tb… Decidi comprar… 80 contos a viola… Uma pechincha…

E agora, chegando em casa, fui sentar pra tocar alguma coisa, que lindo…

Minha barriga não deixa.

Que merda.

O dia e a sensação de totalmente podre de rica TINHAM DE SER CAGADOS POR ALGUM INCOVENIENTE, né?

Minha barriga. De novo.

Sem comentários.

Ah, retificando!

A foto abaixo pode ser artísticamente batizada de “angelinajolietbcaga.jpg”.

E eu vou tentar linkar todo mundo que tá comentando… É que dá uma preguiiiça, vou te contar…

OUAUHAOUHAUOHUOAHUOAHUOHAOA

Minha descrição nova no Orkut


Tipo:
Acho o George Michael uma puta, mas me amarro em “Father Figure”;
Acho que se o Tarzan existisse, o cabelo dele ia ser lockado, em UM ÚNICO dread fedorento;
Não entendo como as atrizes de LOST não têm pêlos no sovaco;
A-DO-RO “Kissing a Fool” na versão do Michael Bublé;
Minha filha vai ser informada que Papai Noel tira aquela roupa vermelha ridícula quando vem pro Brasil, pq ele não é idiota. Vou encontrar algum holandês gordo, velho, barbudo e com aquelas camisas floridas em ipanema e dizer pra ela que aquele é que é o verdadeiro, os outros são farsa;
Tb não vou ensinar nada a respeito do coelhinho da Páscoa. Pq, porra, a menina não vai ser burra, e coelho é MAMÍFERO, caralho. Portanto, será “franguinho da Páscoa”, “Codorninha Pasqueira” ou algo do gênero;
A árvore de Natal na minha casa vai ser um coqueiro. os enfeites serão souvenirs e coisas feitas pela gente (eu, meus filhos e meu marido, que já aceitou tudo isso);
Eu AMAVA meus dreads. Tirei pq a sociedade ainda não estava preparada para mim. HAHOUAHOUAHUOHAOA.
Me recuso a pagar mais de 50 reais numa blusa. Não faz sentido. A não ser que seja algo MUUUUITO especial, mas, fora isso, ODEIO marcas… Prefiro qualidade.
Tenho pânico de mariposas;Tenho pavor de E.T.s;Me cago de medo de espíritos;Não sou surfista pq ME BORRO de CAGAÇO de tubarões.
Agora, prefiro enfrentar o espírito extraterrestre de um tubarão branco à uma mariposa que certa vez vi no banheiro da faculdade. A Patrícia viu tb. Parecia uma vião, aquela porra.
Falo palavrão BAGARAYYYY
Um dia vou ter uma pousada na praia… E vou viver lá, criar meus filhos de pé no chão… Comendo granola… UHAUHAOUHAOUHAOUOAH
Quando eu lembrar mais, escrevo.

>>> "HA SENTIDO PICA DE VERDAD?"

Não se assustem com o título, não é nada do que vcs estão pensando.

Seguinte: a “cachaça” chilena é uma bebida chamada PISCO. Um troço ruim pra caralho, mas que geral toma. Tem piscola (pisco com Coca-Cola), pisco com qualquer bebida, um zilhão de drinks com pisco. E tem um que se chama PISCO SOUR. É o equivalente a nossa caipirinha. Pisco e limão.

Acontece que, manjam aquelas maquininhas que tem em desenhos animados, que vc põe uma ficha, puxa a alavanca e tem que sair três frutinhas iguais? Que sempre têm uma cereja, um limão amarelo e com umas pontas que parecem mamilos e um cacho de uva. Então, esses limões a gente não encontra aqui, mas são os “limões-corrente” no Chile. Fiquei até emocionada quando vi pela primeira vez aquele limão amareeelo e com formato de cacau, ai q emoção.

E tão ligados nesse limõezinhos minúsculos, com casca finiinha, tipo limão de quintal (qualquer um que mora em casa e já jogou semente de limão no jardim, sabe o que é um limoeiro caseiro. Os bichinhos ficam atrofiados, pequenininhos, pobres limões)? Lá tem um limão desse tipo, bem parecido a limão de quintal.

E eles chamam LIMÃO DE PICA.

Agora, “pica”, no sentido organo-masculino da palavra, em espanhol, é “pico”. Mas é lógico que para um brasileiro “pica” sempre vai ser “pica”.

E eis que lançaram uma bebida nova, um pisco-sour feito com esse limão de pica.

Puta merda.

Como vcs podem imaginar, o slogan da propaganda não podia dizer outra coisa:

“HA SENTIDO PICA DE VERDAD?”
(JÁ SENTIU PICA DE VERDADE?)

Eu me mijava de rir todos os dias com essa propaganda.

Enfim, diferenças culturais.